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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ana Vitória Mussi no Paço Imperial, Rio de Janeiro



 O Paço Imperial apresentou em Maio/Junho a exposição Imagética (1968-2015), retrospectiva da catarinense Ana Vitória Mussi, com curadoria de Marisa Flórido e Adolfo Montejo Navas. Radicada no Rio de Janeiro nos anos 1960, a artista trabalhou como repórter fotográfica entre 1979 e 1989, e desenvolveu uma obra pioneira no Brasil, dedicada à exploração dos limites da imagem e dos contextos midiáticos que a relacionam a distintas formas violência. Sua produção artística investiga a fotografia como um campo ampliado para além da noção de registro documental, em obras de crítica social relacionadas a um questionamento da função informativa – e do posicionamento político – dos mass media. Tal questão é clara nas pinturas “Jornais” (1970), onde interferia nas notícias e imagens estampadas nos periódicos, e criava narrativas dramáticas sobre o país na ditadura militar, em um mundo em guerra fria.

 Produção - Fase 10
Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia


Na mostra predomina o preto e branco, característica que destaca o drama das imagens sôfregas de Ana Vitória, e também as envolve de mistério a respeito de sua própria natureza no mundo. O tempo denso que paira estanque na exposição é também um elemento notável e perturbador, que nos lembra que as mídias, fadadas a uma obsolescência programada, servem para registrar o presente no momento justo em que ele se torna passado. Além disso, a morte física do homem e a morte da imagem em uma cultura baseada na sua produção colossal e no “ver e ser visto”, é um tema que inescapavelmente cerca toda a exposição. Nesse sentido, se encaixa especialmente a obra “Por um fio” (1977/2004), formada por 22 mil negativos, costurados com fios de náilon, de eventos da alta sociedade fotografados entre 1977 e 1989, guardados pela artista durante os 10 anos em que atuou como fotógrafa de colunas sociais.

O Acompanhamento - Espetáculo Teatral



 Autor: Carlos Gorostiza
Tradução e Adaptação Daniel Archangelo e Wilmar Amaral.
Direção: Daniel Archangelo
Elenco: Wilmar Amaral e Roberto Frota
Cenografia: Carlos Augusto Campos
Figurino: Ricardo Rocha
Iluminação: Daniel Archangelo
Contra Regra: João Batista
Assistente de Direção: Marianna Mugnaini
Assistente de Cenografia: Yuri Azevedo
Cabine: Daniele de Deus e Gustavo Martins
Realização: Wilmar Amaral Produções Culturais Ltda 
Assessoria de Imprensa: Waléria de Carvalho
Formação de Platéia: Aline Peres
Art Designer: André Lacaz Amaral
Fotos: Luiz Luz



 O metalúrgico TUCO, pouco antes de sua aposentadoria, abandona o trabalho para viver seu grande sonho: tornar-se cantor. Ridicularizado pelos amigos e pressionado pela família, TUCO se tranca em um porão. Nesse refúgio ele ensaia sozinho enquanto aguarda a chegada dos violões, o acompanhamento prometido por um conhecido. Mas quem bate à porta é SEBASTIAN, um velho amigo cuja missão é trazê-lo de volta à razão. Essa é a trama que Carlos Gorostiza usa para criar a história sobre amizade mais famosa da dramaturgia moderna argentina. O Acompanhamento tem a direção de Daniel Archangelo, e conta com Wilmar Amaral como TUCO e Roberto Frota como SEBASTIAN. 





 Cenografia: Carlos Augusto Campos
Assistente de Cenografia: Yuri Azevedo
Contra Regra: João Batista da Silva
Montagem: Articulação Cenografia





segunda-feira, 25 de maio de 2015

CRÍTICA - IDA VICENZIA (da Associação Internacional de Críticos de Teatro - AICT)

O Acompanhamento

"IDA VICENZIA (da Associação Internacional de Críticos de Teatro - AICT) (Especial) Dois atores carismáticos e talentosos (Wilmar Amaral e Roberto Frota), um teatro simpático e acolhedor (Eva Herz), uma boa direção de Daniel Archangelo, e a emoção que nos traz o texto do argentino Carlos Gorostiza. "O Acompanhamento" nos remete a um tempo em que o teatro era um lugar para falar de amizade, de amor, de loucura, com simplicidade e entrega. Talvez os diálogos retornem com demasiada freqüência, mas é assim que as coisas profundas afloram. É a reiteração dos sentimentos. É teatro. Eis que estamos de volta a "duas tábuas e uma paixão".

 O texto apresenta tal humanidade, que somos transportados para aqueles tempos onde a amizade florescia, acompanhada por músicas boemias. O metalúrgico Tuco (Wilmar Amaral) quer se aposentar e realizar o seu sonho de ser cantor. Para tanto, isola-se em um galpão, aguardando a chegada do "acompanhamento" que irá segui-lo, em sua estréia. Tuco quer, naquele esconderijo, fugir da animosidade da família que não aceita a sua decisão. Tuco traz consigo a criança que nunca o abandonou. Seu amigo Sebastian, afetuoso e durão (Roberto Frota), quer trazer de volta para a vida o operário, acha-se no dever de arrancar-lhe "o sonho".

 "O Acompanhamento" é uma peça sobre o sonho do homem, e sua realização: seja na arte, seja na vida. Talento, essa é a principal construção do espetáculo de Gorostiza, um texto dedicado à liberdade de viver; uma grande oportunidade para os atores mostrarem o seu talento. Entramos, neste texto, em contato com algo simples, porém essencial: o homem e sua liberdade para seguir a sua vida. Coisa antiga, mas em boa relembrada.
                                  Proposta da Cenografia de Carlos Augusto Campos


 O contexto em que foi criada (repressão militar na Argentina, e suas metáforas), é coisa do passado, agora estamos diante de um espetáculo que celebra a vida. E a cenografia de Carlos Augusto Campos fala sobre isso, proporcionando um espaço cuja leveza dá suporte à fantasia do homem. Alguns pneus servindo de bancos, uma porta com cadeado para proteger Tuco do mundo lá fora, alguns objetos de cena. É a casa de um homem acuado. Já no início do espetáculo, quando vemos aquele senhor solitário, de pijamas, reproduzindo, com um entusiasmo pueril, as canções de nosso seresteiro Silvio Caldas, percebemos a importância do jogo cenográfico para sustentar a cena. Há praticáveis que criam a ilusão de algo maior invadindo a cena, um palco dentro do palco, iluminando o irreal (não é a toa que "Chão de Estrelas" é uma das músicas preferidas de Tuco).



Cenógrafo Assistente: Yuri Azevedo

O teatro Eva Herz possui um aporte invejável de spots, de efeitos surpreendentes, porém pouco utilizados. A iluminação do diretor Daniel Archangelo possui um desenho discreto. Tal opção o salvou da irresistível tentação de encher o palco de luzinhas... indicando estrelas, na cena em que Tuco canta o grande sucesso de Silvio Caldas.

 O "palco iluminado" e a dramática ênfase dada pelo "cantor" nos levam a uma personalidade em crise, estabelecendo contraste com a calma determinação do amigo, e essa diferença é cruel. Existe, no texto, um embate entre loucura e sanidade, algo estimulante e dolorido, que a direção de Daniel Archangelo enfatiza, destacando o essencial do texto: a tortura da vocação artística e, em contraste, a calma (conformada) do homem sem ambição. Entretanto, há momentos em que nos parece ver fantasmas em cena.
                     Cena : Wilmar Amaral e Roberto Frota no Palco do Teatro Eva Herz


 O amigo, interpretado por Roberto Frota, mantém os pés no chão, não sonha, e quer trazer Tuco à realidade de seu cotidiano. E de tal maneira ele se empenha, que acaba tirando a fantasia do cantor, fazendo-a entrar na mais profunda depressão. O belo deste espetáculo são as trocas de sentimento e a compreensão dos dois amigos. O final da peça nos apresenta o renascimento do homem: a solidariedade. Uma cena linda, onde se estabelece a compreensão do amigo, e seu reconhecimento da fragilidade de Tuco. Amaral e Frota realizam a cena com simpatia e sensibilidade.



 Os momentos acima citados colaboram para o caráter amargo-otimista do espetáculo. "O Acompanhamento", do argentino Carlos Gorostiza vale por isso, e muito mais. E não é sem razão terem os dramaturgos do Plata, "los porteños", a reputação de ser um dos maiores criadores de teatro da nossa America. O fato é que o grotesco e o sublime andam de mãos dadas, nesta peça.

 Com tradução e adaptação de Wilmar Amaral e Daniel Archangelo, algumas modificações foram concebidas no texto, para facilitar a compreensão do público e tornar o espetáculo mais próximo a ele: como a preferência das canções de Silvio Caldas ao tango de Carlos Gardel (a preferência por este cantor é encontrada no original de Gorostiza). Os figurinos de Ricardo Rocha representam o cotidiano da vida dos dois amigos, neste espetáculo que se quer contemporâneo.

 E, como sempre, há o mistério da reação do público. No caso de "O Acompanhamento", pessoas na platéia procuram identificação com os personagens. Um jogo aristotélico? Não é bem isso o que o tema propõe. Há, permeando o encontro dos dois amigos, algo muito mais inquietante do que um sonho a ser esquecido. "O ACOMPANHANTE" É UMA BOA OPORTUNIDADE DE ASSISTIR TEATRO. O ATOR E O JOGO. SEM ARTIFICIOS."

http://idavicenzia.blogspot.com.br/2015/05/o-acompanhamento.html

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Críticas Teatrais de Lionel Fischer e Rodrigo Monteiro " O Acompanhamento " - Teatro

POSTADO POR LIONEL FISCHER ÀS 08:51 NENHUM COMENTÁRIO: TERÇA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2015 Teatro/CRÍTICA "O acompanhamento"
Amizade e loucura no Eva Herz - Lionel Fischer

 "O metalúrgico Tuco, pouco antes de sua aposentadoria, abandona o trabalho para viver seu grande sonho: tornar-se cantor. Ridicularizado pelos amigos em função de uma fracassada apresentação que fizera - segundo ele, os músicos que o acompanharam não foram capazes de acertar o tom - e pressionado pela família, Tuco se tranca em um porão. Nesse refúgio ele ensaia sozinho enquanto aguarda a chegada dos violonistas, o acompanhamento prometido por um conhecido. Mas quem bate à porta é Sebastian, um velho amigo cuja missão é trazê-lo de volta à razão.

 Extraído (e levemente editado) do release que me foi enviado, o trecho acima explicita o contexto de "O acompanhamento", de autoria de Carlos Gorostiza. Escrita em 1981 e considerada uma das obras argentinas mais relevantes sobre o tema da amizade, a peça chega à cena (Teatro Eva Herz) com tradução e adaptação de Daniel Archangelo e Wilmar Amaral, direção de Archangelo e elenco formado por Wilmar Amaral (Tuco) e Roberto Frota (Sebastian).

 Muitas são as razões que podem levar alguém a perder progressivamente a razão. No caso de Tuco, além do mencionado fracasso artístico, há também que se levar em consideração o fato de não mais suportar seu trabalho em uma fábrica. E como um conhecido lhe diz (por piedade ou galhofa, jamais se chega a saber) que enviará à sua casa violonistas competentes, o contexto alienante se materializa e Tuco passa realmente a acreditar que sua desforra artística se resume tão somente a uma questão de tempo.

 A chegada de Sebastian sugere que esse amargo quadro pode ser alterado, pois ele se empenha com toda a potência de seu amor e amizade para convencer o amigo de que os violonistas não virão e de que ele precisa retomar sua atividades normais. Mas é tudo inútil e finalmente Sebastian se convence de que nada lhe resta a não ser simular que acredita no delírio de Tuco - este momento, que não julgo adequado revelar aqui, se dá de uma forma absolutamente singela e lírica, e por isso mesmo profundamente comovente.

 Bem escrito, contendo ótimos personagens e pleno de amor e humanidade, "O acompanhamento" recebeu excelente versão cênica de Daniel Archangelo. Priorizando o trabalho dos intérpretes, que é o que mais importa em textos dessa natureza, o encenador criou uma dinâmica que valoriza ao extremo as sutilezas, os silêncios, os encontros e desencontros de Tuco e Sebastian, sempre valendo-se de marcas simples, mas nem por isso pouco expressivas. Afora isso, o diretor exibe o mérito suplementar de haver extraído ótimas atuações dos atores.

 Na pele de Tuco, Wilmar Amaral constrói uma figura patética, impregnada de lirismo e dor, tão convincente em seus momentos de delírio quanto naqueles em que parece recuperar momentaneamente sua lucidez. Há que se destacar também sua visceral capacidade de entrega, sua ótima voz e impecável trabalho corporal. Quanto a Roberto Frota, acredito que o ator exibe aqui uma das melhores performances de sua carreira. Alternando paciência e rigor, doses equivalentes de bom senso e sincera esperança, Frota converte seu personagem na perfeita materialização da amizade - mas também julgo imperioso destacar a engraçadíssima passagem em que narra a visita de uma senhora à sua loja e que, inicialmente suave e polida, converte-se aos poucos em incontido furor.

 Na equipe técnica, considero irrepreensíveis as contribuições de todos os profissionais envolvidos nesta belíssima e comovente empreitada teatral - Daniel Archangelo e Wilmar Amaral (tradução), Carlos Augusto Campos (cenografia), Ricardo Rocha (figurino) e Daniel Archangelo (iluminação). "Cenografia: Carlos Augusto Campos "

Postado por  Lionel Fischer.







Wilmar Amaral e Roberto Frota em cena - Rodrigo Monteiro -

 “O acompanhamento”, um dos textos mais famosos do teatro argentino contemporâneo, recebe montagem bem dirigida por Daniel Archangelo, com Wilmar Amaral e Roberto Frota em ótimos trabalhos no elenco. Na montagem original, o texto escrito em 1981 por Carlos Gorostiza representava a liberdade. A Argentina da ocasião estava sob o governo de Roberto Viola, o segundo presidente da sua ditadura militar, e essa dramaturgia dava conta de disfarçar, no ambiente familiar, o estímulo à reflexão crítica ao sistema de opressão. Mais de trinta anos depois, e no Brasil, a obra adquire significados diferentes, mas não menos modestos. Com muitos méritos, esse espetáculo tocante está em cartaz no Teatro Eva Herz, na Cinelândia, no Rio de Janeiro. Vale a pena ser visto!

 Na história, o metalúrgico Tuco (Wilmar Amaral) abandona o emprego pouco antes de se aposentar para se dedicar à vida de sucesso que sonhou. No passado, o desejo de se tornar cantor foi enterrado depois de uma má apresentação no clube local. Na ocasião, Tuco havia tido, segundo ele, um acompanhamento aquém de suas necessidades, exigindo dele o alcance de notas que não lhe eram possíveis. O gesto de rebeldia de agora, na velhice, considerado loucura por seus familiares, foi motivado por Mingo, um amigo que lhe prometera auxílio nesse retorno. A peça começa com Tuco à espera de músicos que possam lhe oferecer um acompanhamento adequado às suas possibilidades, mas é Sebastian (Roberto Frota), um outro companheiro de juventude, quem aparece. Disposto a removê-lo de seus intentos e a fazê-lo voltar ao convívio familiar, Sebastian muda de opinião ao encontrar, em Tuco, a beleza de quem acredita que os sonhos são possíveis de se realizar. Nessa montagem de “O acompanhamento”, há a substituição das referências a Carlos Gardel (1890-1935) e ao tango argentino pela inclusão do repertório do cantor brasileiro Silvio Caldas (1908-1998), concentrando, nos movimentos da narrativa e nos diálogos, as responsabilidades pelo mérito da dramaturgia. Venceu plenamente todos os desafios. “O acompanhamento” é uma peça emocionante!

 Wilmar Amaral (Tuco) e Roberto Frota (Sebastian) dão vida aos personagens com emoção. Ao interpretar o protagonista disposto a manter viva a dúvida sobre a sanidade de Tuco durante boa parte da encenação, Amaral possibilita ao público fazer a catarse, criticar-se, refletir sobre como reagiria diante daquela situação: se ao lado da família, se ao seu lado. Por outro turno, ao permitir à plateia identificar as dúvidas de consciência de seu Sebastian, Roberto Frota faz, das pausas, os convites para a reflexão sobre a humanidade. Em ambos os casos, o tom atinge a audiência dentro do melhor que esse gênero prevê, o que, além de um mérito dos trabalhos de interpretação, é, sem dúvida, um valor da direção de Daniel Archangelo. O ritmo se mantém firme, ascendente e direcionado para o ápice em uma encenação que apresenta bem as quebras e as ênfases em quadros bem articulados na narrativa em cena única.

 Os bons trabalhos do elenco encontram eco na viabilização do cenário de Carlos Augusto Campos e no figurino de Ricardo Rocha. “O acompanhamento” é um drama estruturado em um visual coeso e coerente cujas marcas deixam o espectador seguro do que está vendo e assim mais aberto para a história e para se emocionar com ela.

 * Postado por Rodrigo Monteiro  "

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dois Amores e Um Bicho - Teatro

"Em Dois Amores e um Bicho tudo se passa em um zoológico, um pequeno resumo do mundo. Não apenas pelo seu projeto de reunir os animais dos mais diversos cantos, mas também pelas suas tantas grades, pelos seus ruídos, pelos seus ares de festa e ferocidade contidas. Daí começa Dois Amores e um Bicho. Uma história que envolve uma família, que ao visitar o zoológico, relembra histórias de seu passado, em especial a prisão do pai, por ter assassinado o próprio cachorro. Este retorno é um acerto de contas entre as expectativas familiares, as pressões sociais e a selvageria. Três pressões que não cessamos de domesticar, como fazemos com as feras no zoológico. A encenação acontece em uma arena, que coloca os atores enjaulados da mesma forma em que os animais do zoológico. Principal figura do teatro na Venezuela, Ott é um dramaturgo prolífico, bastante encenado em todo o mundo, mas praticamente desconhecido dos palcos brasileiros." Tentáculos Espetáculos
Autor: Gustavo Ott Direção: Guilherme Delgado Elenco: Vitor Fraga, Ana Paula Novelino, Yndara Barbosa e Luiz Paulo Barreto Cenografia: Carlos Augusto Campos Contrarregragem: João Batista Iluminação: Daniel Archangelo Assistente de Iluminação - Daniele de Deus
http://tentaculosespetaculos.com.br/?page_id=11
Direção de Produção - Guilherme Delgado Produção Executiva: Daniel Archangelo Assessoria de imprensa: Silpert e Chevalier Comunicação Realização: Tentáculos Espetáculos

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Meus dias de Rock - Canal Brasil

Narra em 12 episódios a trajetória da banda Coelho Branco, formada por Lucas (Bernardo Barreto), Charles (Pedro Coelho), Alexandre (André Coelho), Vinícius (André Pfefer) e Felipe (Pedro Gracindo), com músicas compostas por Cícero e Wado, e produzidas por Alexandre Kassin. No cartão postal inverso do Rio de Janeiro, a excentricidade má compreendida do vocalista Lucas e a solidão em que se refugia são as inspirações de suas composições melancólicas. A rebeldia e a poesia resistem e persistem contra o tempo em busca do sucesso.
No elenco inusitado, os atores são músicos. Da história de ficção, nasce uma banda real. Cada episódio lança uma música inédita e, ao fim da temporada, um disco e um show legítimo. Há 6 anos juntos e na luta voraz pelo reconhecimento, os integrantes da banda vão enfrentar muitos obstáculos – egos inflamados, inveja, traição, dramas familiares, empregos temporários e vários perrengues. Mas não são meros sobreviventes. Todos os dias, a diversão e a boa música os fazem lembrar porque escolheram a louca vida do rock!
Direção de Arte: Tainá Xavier - Ass. Direção de Arte: Débora Mazloum - Montagem Cenotécnica: Articulação cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Queima Roupa - Filme de Theresa Jessouroun

Sinopse: ‘À Queima Roupa’, é um documentário que retrata a violência e a corrupção da polícia do Rio de Janeiro nos últimos vinte anos. O filme parte da Chacina de Vigário Geral, em 1993, que culminou com execuções cometidas em nome da lei em 2012 e 2013. Os fatos são mostrados através de entrevistas, imagens de arquivo e cenas ficcionais que reconstroem a memória dos sobreviventes das chacinas.
Direção de Arte: Articulação Cenografia (Leandro Ribeiro e Carlos Augusto Campos) Figurino: Tâmi Borges
Direção: Theresa Jessouroun País/Ano: Brasil/2014 Gênero: Documentário Duração: 1h30 Classificação: 16 anos

Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

A Outra Casa - Teatro
Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock