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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Teatro - Bolo de Carne

Texto Original: Pedro Emanuel
Direção: Iuri Kruschewsk







Elenco: Ana Beatriz Macedo, Gilson de Barros, Pedro Emanuel e Zeca Richa.
Músicos em cena: Eduardo Parreira e Mario Terra
Iluminação: João Gioia / Colaboração: Ana Luzia de Simoni
Operação de Luz: Daniella Rougemont
Fotos: Aline Macedo
Cenografia: Carlos Augusto Campos
Figurino: Tiago Ribeiro
Costura: Ateliê das Meninas – Maria e Zezé
Direção de movimento: Raffaele Casuccio
Direção de Produção: Rubi Schumacher















domingo, 22 de setembro de 2013

Tempo Festival 2013

"REPERTÓRIO COMPANHIA SALA ESCURA DE TEATRO


O Teatro Glaucio Gill recebe dois espetáculos que compõem o repertório da Companhia Sala Escura de TeatroMemória Inventada no sonho de Alguém É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi.
 Representada pelos artistas Iuri Kruschewsky (diretor artístico), Ana Beatriz Macedo,Bruno Quaresma, Marianna Pastori e Rosa Iranzo, a companhia se formou em 2010 dentro da Faculdade da Cidade e atualmente se apresenta em repertório com as duas peças que fazem parte da programada Trilogia dos sonhos.
Em 2012, com a peça de formatura, Barba Azul – A Esperança das Mulheres, ingressaram no circuito profissional pelo projeto de ocupação Vem!, do Teatro Gonzaguinha. No mesmo ano a Cia. produziu o segundo trabalho, dessa vez de autoria e direção de Iuri Kruschewsky: É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi. A peça nasceu a partir do trabalho de monografia do autor sobre metateatro e a motivação da Cia. era de criar um jogo cênico que possibilitasse um estreitamento da relação palco/plateia, instigando a imaginação do espectador e a convidando a ser coautora do espetáculo.
 Após a experiência de intenso trabalho com este esptáculo, a Cia sentiu imensa vontade de dar continuidade à pesquisa sobre a metalinguagem no teatro e ao estilo de apresentação desenvolvida no processo de criação, que joga ora com a realidade, ora com ficção. A partir disso, o autor e diretor tomou a frente de um novo projeto: A Trilogia dos Sonhos. Este projeto surgiu como pretexto não só à continuidade do trabalho já realizado, mas do trabalho desenvolvido em equipe, à união das potencialidades que cada membro da Cia. pode oferecer em prol de uma nova ideia e da prazerosa e, ao mesmo tempo, angustiante aventura que é o “fazer teatro”.
De acordo com o diretor e autor, o que caracteriza esta trilogia é a forma de abordar o sonho como um lugar de liberdade criativa, onde se pode experimentar realidades diferentes do cotidiano. “Esse universo onírico é muito rico e me instiga sua exploração através do teatro. Assim como no teatro, o sonho só é real enquanto dura. Quero que as peças sejam como um sonho do espectador”.
Em 2013 produziram segunda parte da Trilogia, Memória inventada no sonho de alguém, escrita e dirigida por Kruschewsky, visando um jogo cênico semelhante ao da primeira. O espetáculo, que já teve temporada no Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea), passa agora pelo Gláucio Gill. A Cia. continua trabalhando e já está desenvolvendo a última parte da trilogia para ser apresentada em 2014.
 Memória inventada no sonho de alguém


SINOPSE:
Um homem está parado na rua com seu cachorro. Uma mulher linda passa correndo. Ele se apaixona. Agora, apaixonado e sem saber sua identidade, planeja sonhar com ela todas as noites e, assim, invadir a mente da mulher amada na tentativa de conquistar seu amor no plano dos sonhos. O que alimenta sua incansável busca a cada noite, a cada sonho, é a esperança de se encontrarem novamente na vida desperta e, que desta vez, já estejam apaixonados um pelo outro. Uma viagem ao mundo dos sonhos – um tema plural e de fácil identificação para o público. Sonhamos diariamente. Alguns apenas não lembram. Outros nunca se esquecem.
Texto e Direção: Iuri Kruschewsky
Elenco: Bruno Quaresma, Marianna Pastori, Pedro Emanuel e Rosa Iranzo
Músico em cena: João Medeiros

 É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi


SINOPSE:
Um escritor sente que, cada vez mais, não sabe distinguir o que é realidade do que é criação literária. Não bastasse os surtos criativos ainda precisa salvar seu casamento. O entrelaçamento do real com a história inventada o deixa ainda mais frágil. Uma palavra expressa de forma equivocada pode colocar tudo a perder.
Texto e Direção: Iuri Kruschewsky
Elenco: Bruno Quaresma, Marianna Pastori, Pedro Emanuel e Rosa Iranzo


Ficha técnica
Texto e Direção: Iuri Kruschewsky
Elenco: Bruno Quaresma, Marianna Pastori, Pedro Emanuel e Rosa Iranzo
Assistência de direção: Ana Beatriz Macedo
Iluminação: João Gioia
Cenário: Carlos Augusto Campos
Músico em cena (“Memória…”): João Medeiros
Direção de movimento (“Memória…”): Eléonore Guisnet
Coreografia (“É culpa…”): Luiza Azeredo
Figurino (“Memória…”): Tiago Ribeiro
Figurino (“É culpa…”): Ticiana Passos
Assistência de iluminação: Ana Luzia de Simoni
Assistência de cenografia: Samanta Toledo
Trilha original (“Memória…”): João Medeiros
Sonoplastia: (“É culpa…”): Pedro Poema
Programação visual: Agência EGX
Contra Regra: João Batista da Silva
Fotógrafo: Bruno Brasil
Produção: Cia. Sala Escura de Teatro
Direção de produção e idealização: Iuri Kruschewsky
Assessoria de imprensa: Smart Mídia (André Gomes)"

Crítica Teatral - Rodrigo Monteiro

Memória inventada no sonho de alguém 

Marianna Pastori e Bruno Quaresma em cena

Excelente dramaturgia!
É uma alegria muito grande para quem torce pelo teatro encontrar tão excelente dramaturgia recentemente escrita, como é o caso de “Memória inventada no sonho de alguém”. A peça escrita por Iuri Kruschewski começa como o título: dura, inóspita, pretensiosa, com tudo para ser chatíssima. A situação proposta, afinal, é mesmo difícil: Um dia, uma mulher passou por um homem enquanto corria. A imagem dela ficou gravada na memória dele de forma que ele começou a sonhar com essa desconhecida todos os dias. Inventou para ela uma vida, hábitos, caminhos, motivos, contextos e tentou entrar no ambiente consciente dela através do seu próprio sonho. Então, descobriu-se (ou achou-se) participante, também, do sonho dela. Enquanto essa história é narrada para o público, o personagem narra de si próprio, desvenda-se para si mesmo e se mostra em um lugar em que, de fato, não sabe bem o que é ele realmente e o que ele é em seus próprios sonhos. Kruschewski, com coragem e habilidade, enfrenta o desafio que ele mesmo se fez e nos presenteia com uma linda história de amor, cheia de graça e de complexidade, repleta de lugares não comuns no gesto de sonhar que, por sua vez, é tão humano. Dirigido pelo próprio autor, com assistência de Ana Beatriz Macedo, o espetáculo é interpretado por Bruno Quaresma, Mariana Pastori, Pedro Emanuel e por Rosa Iranzo, e está em cartaz no Teatro Glaucio Gil. 

Kruschewisky joga bem com a contemporaneidade na medida em que cria um universo fluído para a narrativa. As cenas não são estanques, mas se misturam umas com as outras, mini-cenas dentro de outras cenas. Neta dos três planos de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, “Memória inventada...” convive com um público que é capaz de notar as mudanças sem entraves. Os sonhos do protagonista, assim, podem invadir sua vida ou a narrativa de sua vida diante do interlocutor (nós, o público) e é assim que outros personagens, cachorros, ações e lugares tomam parte da cena sem pré-anúncio. O mérito como diretor pode ser exemplificado pela descrição de um fato: a presença do pianista João Medeiros. Na primeira parte do espetáculo, quando a situação quase limite entre sonho e realidade está sendo construída, o pianista chama muito a atenção pelos seus comentários faciais às cenas que estão sendo apresentadas. Mais para o final, quando um outro momento da trajetória do protagonista está em questão, o pianista segue em cena, no mesmo lugar que outrora, mas já não é visto.  A direção de Kruschewsky hábil em hierarquizar a entrada dos símbolos, oferece um contorno narrativo cujo ápice está no lugar e do jeito certo: em potência criativa na direção do olhar do público.

O elenco está bem, sem grandes destaques. Os tempos são muito bem usados, de forma que o tom realista oxigena o surrealismo pulsante e imanente da história. Os gestos, principalmente os de Pedro Emanuel, fazem bom desenho tanto em relação ao corpo dos intérpretes e de seus personagens como nas relações proxêmicas. A voz é bem usada (menos em Rosa Iranzo) e os diálogos que acontecem tanto na cena quanto na quebra da quarta parede também acontecem positivamente. 

O cenário de Carlos Augusto Campos é feito em formas verticais brancas em fundo preto. O concretismo, tão sóbrio, é afinal uma boa metáfora para a peça em questão: de um lado, temos duas realidades – a do sonho e a do não-sonho – e, de outro, temos a vontade do personagem de ir além do que suas possibilidades podem. As formas geométricas no claro e escuro, sendo um lugar trágico para a cor e para a forma, é também, sem moldura, uma arte paralela, um objeto paralelo que existe além do museu. A iluminação de João Gioia e a trilha sonora de João Medeiros marcam bem essas situações que convivem com a cena na dramaturgia de Kruschewsky. Faz boa articulação o figurino de Tiago Ribeiro, que conserva as cores do cenário, deixando para mostrar-se em um segundo momento em palheta mais rica (o que é uma excelente curva dramática no uso desse elemento), com o resto da estrutura da peça, essa bem amarrada positivamente. 

No final de “Memória inventada no sonho de alguém”, temos uma visão muito clara do personagem e de sua história, como também do seu futuro. Entreteve-se, assim, com uma narrativa bem contada e no melhor uso de suas potencialidades: uma linda história de amor, inteligente, graciosa, rica. Parabéns a todos! 

*

Ficha técnica 
Texto e Direção: Iuri Kruschewsky

Elenco: Bruno Quaresma, Marianna Pastori, Pedro Emanuel e Rosa Iranzo

Assistência de direção: Ana Beatriz Macedo
Iluminação: João Gioia
Cenário: Carlos Augusto Campos
Músico em cena: João Medeiros
Direção de movimento: Eléonore Guisnet
Figurino: Tiago Ribeiro
Assistência de iluminação: Ana Luzia de Simoni
Assistência de cenografia: Samanta Toledo
Trilha original: João Medeiros
Programação visual: Agência EGX
Contrarregra: João Batista da Silva
Fotógrafo: Bruno Brasil
Produção: Cia. Sala Escura de Teatro
Direção de produção e idealização: Iuri Kruschewsky
Assessoria de imprensa: Smart Mídia (André Gomes)

domingo, 19 de agosto de 2012

Minha nossa - Teatro - Planetário


O espetáculo teatral “Minha Nossa” será apresentado no Teatro Municipal Maria Clara Machado (Planetário), no Rio de Janeiro, dentro do Projeto Ágora Novas Cenas, que contempla jovens profissionais, criando um local para encontro e reflexão sobre a nova produção teatral carioca. Serão quatro apresentações, nos dias 11, 12, 18 e 19 de setembro de 2012, terças e quartas, às 21h.




Sobre o projeto
A peça “Minha Nossa”, com texto de Carlos Alberto Soffredini, foi escrita em 1984, mas permanece inédita na cidade do Rio de Janeiro. Falecido em 2001, Soffredini marcou a história do teatro brasileiro, tendo recebido diversos prêmios ao longo de sua carreira, e construiu sua trajetória artística tendo como premissa a pesquisa da cultura popular brasileira e o desenvolvimento de uma estética teatral popular. A peça “Minha Nossa” reflete essa trajetória. Explorando com muito humor um fato ocorrido na cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, o autor reflete sobre o misticismo do povo brasileiro e revela traços da cultura da região.
O espetáculo “Minha Nossa” é fruto de longa pesquisa sobre a obra de Carlos Alberto Soffredini, iniciada pela diretora Laura Nielsen em 2010, enquanto desenvolvia seus estudos no Curso de Direção Teatral da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. A montagem é produzida pela companhia Proposta A6, que já realizou dois trabalhos profissionais: “!RUNNERS” e “ANTES/DEPOIS”, ambos buscando textos e influências de artistas estrangeiros. Esse projeto nasceu do desejo da diretora e do grupo de pesquisar a cultura popular brasileira, voltando agora o olhar para o nosso país, suas tradições e contradições.
“Minha Nossa” parte de pesquisas jornalísticas e depoimentos sobre o atentado à imagem de Nossa Senhora Aparecida, ocorrido em 1978. O enredo baseia-se em uma história real, quando um rapaz, de 19 anos, chega, em romaria, à cidade de Aparecida, e quebra a imagem de Nossa Senhora, Padroeira do Brasil. O episódio transforma-se, pelas mãos de Soffredini, em uma narrativa bastante fragmentada, estruturada a partir de diversos pontos de vista sobre o fato. A peça não apresenta, no entanto, a simples reconstituição deste episódio. Evidenciando as diversas versões e a proliferação de discursos sobre o fato histórico, enfatiza, sobretudo, as contradições entre esses inúmeros pontos de vista, promovendo uma curiosa discussão sobre a situação em que o protagonista se encontra e impedindo que se estabeleça um julgamento definitivo sobre a sua ação.
Partindo de um fato real, o autor escreve uma ficção. Mas o que aconteceu de fato? Qual é a verdade sobre essa história? O texto corresponde ao fato histórico? A peça levanta essas questões, enfatizando a tensão entre o material ficcional e o documental, ou a tênue fronteira entre realidade e ficção.
“Minha Nossa” discute temas arriscados: a fé e o questionamento da ordem estabelecida. O fato do autor e da direção lidarem com esses temas de maneira leve e bem humorada, confere ao espetáculo grande potência.
Este projeto não conta com nenhum patrocínio e necessita do seu apoio, através do site Catarse, para a realização dessas quatro apresentações, já confirmadas, no Teatro Municipal Maria Clara Machado – Planetário da Gávea. Precisamos arrecadar 4.000,00 (quatro mil reais) que servirão para o pagamento da equipe técnica, aluguel de equipamento de luz e som, transporte de cenário, confecção e impressão de material de divulgação. As contribuições poderão ser feitas até o dia 4 de setembro. Contamos com a colaboração de vocês!
Ficha Técnica:
Texto: Carlos Alberto Soffredini
Direção: Laura Nielsen
Supervisão Geral: Gabriela Lirio
Assistente de direção: Thais Barros
Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira
Cenário: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assistente de Cenário: Leo Jesus
Figurino: Mariella Pimentel
Assistente de Figurino: Juliana Baptista
Orientação de Cenário e Figurino: Ronald Teixeira
Direção Musical: Felipe Habib e Gustavo Medina
Improvisação Vocal: Camila Caputti
Gravação e Mixagem: Demian Garcia
Iluminação: Allan Imianowski
Projeção ao vivo: Diogo Liberano e Laura Nielsen
Edição de vídeo: Thaís Grechi
Colaboração artística: André Grabois
Operação de som: Thaís Barros
Operação de Luz: Davi Palmeira
Produção Executiva: Bruno Quaresma e Dani Dias
Idealização e Direção de Produção: Laura Nielsen
Realização: Proposta A6 e UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro
Serviço:
Quando: De 11 a 19 de setembro (terças e quartas, às 21h)
Onde: Teatro Municipal Maria Clara Machado – Planetário da Gávea (Rua Padre Leonel Franca, 240)
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração do Espetáculo: 60 minutos

sábado, 2 de abril de 2011

Antes/ Depois

Festival de Teatro de Curitiba - 2011

TEUNI - Teatro Experimental da Universidade Federal do Paraná

Em quartos de um hotel, em um bar, ou na própria lembrança das personagens, espaço e tempo são suspensos em sequências surrealistas e cenas instigantes. O grupo carioca Proposta A6 estreia um texto da dramaturgia alemã contemporânea, encenado em mais de 40 países e até então inédito no Brasil: "ANTES/DEPOIS". Tristeza, humor, certeza e dúvida andam lado a lado nesta prestigiada obra.


Autoria: Roland Schimmelpfennig
Companhia: Proposta A6
Direção: Ole Erdmann
Elenco: Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Anita Mafra, Jose Loreto, Manoel Madeira, Pedro Uchoa
Cenário: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Figurino:Carol Morgado
Gênero: Drama
Cidade: Rio de Janeiro - RJ

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Minha Nossa - De Carlos Alberto Sofredini. Direção: Laura Nielsen - Teatro Gonzaguinha

Dias 25(terça) e 26(quarta) de Janeiro - 19:30hs
Calouste Gulbenkian - Próximo ao Terreirão do Samba - Praça XI



Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira.

Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assist. cenografia: Leo Jesus

Figurino: Mariella Pimentel
Assist. Figurino: Juliana Baptista

Iluminação: Vida Oliveira, Mira Barros e Ana Zahner

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mostra de Teatro no CALUSTE - Praça XI



Mostra de Teatro da UFRJ no Centro de Artes Calouste

Encenações têm entrada gratuita e acontecem de terça a domingo, às 19h30



Prefeitura do Rio - A Secretaria Municipal de Cultura apresenta a 10º Mostra de Teatro da UFRJ, no Teatro Municipal Gonzaguinha, instalado no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, até o dia 30 de janeiro.


Serão apresentadas nove montagens de diretores recém-formados na UFRJ com roteiros adaptados de José Saramago, Clarice Lispector e Calderón de La Barca. Com entrada franca, as encenações acontecem de terça a domingo, às 19h30.

O Teatro Gonzaguinha fica no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, na Rua Benedito Hipólito, 125, na Praça Onze. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2221-7760. A capacidade é de 150 lugares.

Fonte: Diário Oficial do Município

Minha Nossa - Direção Laura Nilsen



Ótimo trabalho em equipe e um elenco fantástico.


























Mostra Teatro ECO -2010 - Minha nossa



De Carlos Alberto Sofredini.
Direção: Laura Nilsen

Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira.

Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assist. cenografia: Leo Jesus

Figurino: Mariella Pimentel
Assist. Figurino: Juliana Baptista

Iluminação: Vida Oliveira, Mira Barros e Ana Zahner

Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

A Outra Casa - Teatro
Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock