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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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terça-feira, 26 de abril de 2011

Edital Funarte de Doação de Equipamentos de Iluminação Cênica 2011 Inscrições abertas até o dia 09/05/2011


"Cooperativas, companhias, empresas e outras instituições culturais públicas ou privadas podem adquirir, por meio deste programa, conjuntos de equipamentos de iluminação cênica. O material é doado pela Funarte, que assim contribui para a melhoria técnica e artística de espaços de artes cênicas em todo o país. Em 2011, serão contemplados 20 proponentes.

Para participar, é preciso enviar à Funarte, pelo correio, um projeto que contenha: os motivos da necessidade dos equipamentos, a ficha de inscrição preenchida, o currículo do proponente e dados relativos ao espaço cênico – entre outros documentos e informações, conforme explica o edital. Os projetos são analisados por uma comissão composta por três especialistas do Centro Técnico de Artes Cênicas da Funarte.

O investimento total no programa é de R$ 800 mil.

Envie seus projetos para:
Fundação Nacional de Artes
Centro Técnico de Artes Cênicas
Rua do Lavradio, 54 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
CEP: 20230-070

As inscrições estão abertas no período de 23/03/2011 até 09/05/2011. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo endereço eletrônico: informacao.ctac@funarte.gov.br ."

Fonte:Site Ministério da Cultura

domingo, 24 de abril de 2011

Te Conto em Cena - Coluna Durango Kid - O Globo

Divulgação


O Globo - Caderno Rio Show em 21/04/2011
Coluna Durango kid
Por: João Sette Câmara

quarta-feira, 20 de abril de 2011

5° Prêmio APTR de Teatro - Homenagem a Bibi Ferreira

Divulgação


Teatro Municipal Carlos Gomes - Praça Tiradentes - Centro - Rio de Janeiro

domingo, 17 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

A Olho Nú - Teatro dos Quatro - Gávea


"ESTREIA dia 19 de abril (3ªf), às 21h30
LOCAL: Teatro dos Quatro / Shopping da Gávea
- Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso, Gávea / RJ Tel: 21 2274.9895
HORÁRIOS: 3ªs e 4ªs, às 21h30 DURAÇÃO: 50 minutos
INGRESSOS: R$60,00 e R$30,00 (meia entrada) CAPACIDADE: 402 espectadores
GÊNERO: tragicomédia CLASS. ETÁRIA: 14 anos
TEMPORADA: até 27 de julho



O espetáculo teatral “A Olho Nu”, com Rose Abdallah e Alexandre Dantas, estreia no dia 18 de abril próximo no Teatro dos Quatro. O texto e a direção são de Duda Gorter, também diretora de cinema - seu mais recente curta-metragem, “Na Madrugada”, com Ana Lucia Torre e Denise Weinberg, foi exibido em festivais como o Festival de Cinema de Brasília, 2º Los Angeles Brazilian Film Festival e Cannes 2009 - Short Film Corner, entre outros, e recebeu prêmios como Melhor Filme no Curta Cinema 2009; Melhor Atriz em curta-metragem (Ana Lucia Torre) e Prêmio Vagalume no Festival de Brasília; Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival Mix Brasil 2009; e Award of Merit no Accolade Film Festival 2010.

“A Olho Nu” foi concebido por Duda Gorter a partir do desejo de instigar o público a pensar em: “Como lidar com uma situação limite? Para onde fugir? A quem recorrer? O que fazer com nossas inseguranças e desejos?”, indagações propostas pela autora e diretora, que reconhece como questões da nossa sociedade “a quebra do pacto social, a fragmentação e o desamparo do indivíduo e a solidão urbana”.

SINOPSE
A história se dá quando ELA (assim é apresentada a personagem feminina) desperta de um pesadelo, sentindo-se frágil e desamparada, sem ânimo para seguir sua rotina. Perplexa com o mundo violento à sua volta, decide romper com tudo e voltar-se para dentro, criando um “novo universo”, supostamente mais seguro e harmonioso do que a chamada realidade. Assim, ELA tenta curar suas feridas e reassumir as rédeas de sua vida. Há em cena um homem que a provoca – através dele esta mulher se verá obrigada a interagir com o mundo exterior.

A MONTAGEM

A Olho Nu é um espetáculo tragicômico, com elementos dos movimentos pop. Em um palco nu, esfumaçado, iluminado por luzes recortadas e cercado por véus de filó, há apenas um pequeno trapézio circular (uma lira), onde se concentra a movimentação da atriz.

Procurando “assumir o ridículo como teatralidade”, a montagem, através de uma encenação simples e pautada no trabalho dos atores, busca um distanciamento capaz de transformar a tragédia em comédia e provocar a reflexão no público.



FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Duda Gorter
Elenco: Rose Abdallah e Alexandre Dantas
Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenário e Figurinos: Leticia Ponzi
Cenógrafa e Figurinista assistente: Carol Rodriguez
Preparação dos aéreos/lira: Beth Martins
Preparação Corporal e coreografias: Toni Rodrigues
Trilha Original: Gabriel Fomm
Cenotécnicos: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Bonequeiro: Alexandre Guimarães
Costureira: Odília Lúcia
Contra regra e maquinista: Gerson Porto
Visagismo: Dudu Meckelburg
Make-up: João Junior
Fotos: Claudia Ribeiro
Programação Visual: Rafael de Paula
Assistente de produção e Administração: Lívia Borges
Assistente geral: Niaze Neto
Produção Executiva: Roseane Milani
Direção de Produção: Ana Paula Sant’ Anna
Realização: Dessa Água Beberei Produções
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany "

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nem sei mais quando tudo começou - Teatro


"NEM SEI COMO TUDO COMEÇOU"
Livremenente inspirado em Amores Brutos, 21 gramas e Babel
Direção Marcelo Mello

"Nem sei mais quando tudo começou é um espetáculo inspirado nos filmes Amores Brutos, 21 Gramas e Babel, trilogia dos mexicanos Alejandro González Iñárritu e Guillermo Arriaga (diretor e roteirista, respectivamente). Na peça, a ação se passa no Brasil envolvendo 19 personagens de classes sociais distintas cujas histórias se cruzam, se invadem e se alteram mutuamente. A idéia de que uma pequena variação nas condições em determinado ponto de um sistema dinâmico possa ter conseqüências de proporções inimagináveis, é o princípio sobre o qual se baseia a teoria do caos: “O bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque”. De acordo com essa teoria, a ação da peça se desenvolve: mudanças drásticas nas vidas das personagens são motivadas por aquilo que chamamos de acaso, acidente, desvio, supérfluo. Alguém dispara uma arma de fogo, por brincadeira, e isso altera radicalmente a vida da vítima daquele disparo anônimo, daquela bala perdida. Alguém faz uma curva com um pouco mais de velocidade e mata um pai e duas meninas; mas a morte desse homem salva a vida de outro que esperava por um transplante. Duas pessoas brigam com uma faca e ferem uma testemunha, que nada tinha a ver com o motivo da discussão. É assim que se constrói a ação dessa peça, numa rede complicada de ações e reações, onde impera o caos. Se olhássemos para esse emaranhado de conexões e tentássemos descobrir onde tudo começou, provavelmente fracassaríamos. E vale a pena essa investigação da origem dos fatos ou devemos nos ater à tentativa de organizar e controlar o que parece caótico, sem sentido e com vida própria?

O texto foi gerado a partir de improvisações dos atores formandos da turma T da Cal, dirigidos por Marcelo Mello. Essa é a quarta montagem dirigida por Marcelo, que vem também se responsabilizando pela dramaturgia – o que dá ao espetáculo e à direção um caráter mais autoral e experimental. Nem sei mais quando tudo começou é uma peça plural – tanto na criação da dramaturgia quanto na mistura de linguagens –comprovada pelo figurino, cenografia e música do espetáculo que trabalham com uma multiplicidade de referências numa verdadeira Babel onde não há possibilidade de uma única apreensão e compreensão dos fatos."

Adaptação e Direção: MARCELO MELLO
Diretor Assistente: MARCOS NAUER
Trilha Sonora: FELIPE STORINO
Preparação Corporal: DUDA MAIA
Cenário e Figurino: DESIRÉE BASTOS
Cenotécnica: CARRLOS AUGUSTO CAMPOS E LEANDRO RIBEIRO
Iluminação: WILSON REIZ
Elenco: 19 atores formandos

Fundição Progresso - ESPAÇO ARMAZÉM
Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Tel: 2220-5070

Temporada: De 14 a 21 de abril, de quinta-feira a quinta-feira, sempre às 20h

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Dona do Fusca LARANJA - Oi Futuro



FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Jô Bilac (sobre notas e depoimentos de Camila Rhodi)

Direção: Fábio Ferreira

Concepção: Camila Rhodi e Fábio Ferreira

Atriz-performer: Camila Rhodi

Performers convidados: Flávia Espírito Santo (Guia do Museu do Fusca) e Ricky Seabra (Imagens)

Trilha sonora: Siri

Iluminação: Renato Machado

Instalação Cênica: Tainá Xavier

Trilha Sonora: Siri

Figurino: Camila Rhodi

Preparadora Vocal: Clarisse Lopes

Restaurador do Fusca: Pedro Rodrigues Aguiar Filho

Diretor Técnico: Thiago Stauffer – Studio Prime

Cenotécnicos: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Produção de Imagens: Orlando Avila

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Fotos (divulgação): Renato Marques

Foto do fusca (cenário): João Gabriel Salomão

Programação Visual: Tania Grillo

Consultoria de vídeo: Rico Vilarouca

Assistente de Direção: Dulce Penna

Assistente de Produção: Débora Amorim

Assistente Técnico: Aldo Haroldo

Estagiária de Cenografia: Nathalia Valadares

Assessoria Administrativa: Baruc Produções (Eloá Ribeiro e equipe)

Produção: Ativa Produções - Camila Vidal e Estela Albani

Realização: PROJÉTEIS - Cooperativa Carioca de Empreendedores Culturais

Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

A Outra Casa - Teatro
Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock