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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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terça-feira, 25 de março de 2014

Estudo - Game of Thrones




Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro


 Adereço e carpintaria: João Batista da Silva





segunda-feira, 24 de março de 2014

Memória Inventada no Sonho de Alguém

Projeto de Cenografia - Carlos Augusto Campos
 Ficha técnica 
Texto e Direção: Iuri Kruschewsky 

Elenco: Bruno Quaresma, Marianna Pastori, Pedro Emanuel e Rosa Iranzo 

Assistência de direção: Ana Beatriz Macedo 
Iluminação: João Gioia 
Cenário: Carlos Augusto Campos 
Músico em cena: João Medeiros 
Direção de movimento: Eléonore Guisnet 
Figurino: Tiago Ribeiro 
Assistência de iluminação: Ana Luzia de Simoni 
Assistência de cenografia: Samanta Toledo 
Trilha original: João Medeiros 
Programação visual: Agência EGX 
Contrarregra: João Batista da Silva 
Fotógrafo: Bruno Brasil 
Produção: Cia. Sala Escura de Teatro 
Direção de produção e idealização: Iuri Kruschewsky 
Assessoria de imprensa: Smart Mídia (André Gomes)







 "Excelente dramaturgia!

É uma alegria muito grande para quem torce pelo teatro encontrar tão excelente dramaturgia recentemente escrita, como é o caso de “Memória inventada no sonho de alguém”. A peça escrita por Iuri Kruschewski começa como o título: dura, inóspita, pretensiosa, com tudo para ser chatíssima. A situação proposta, afinal, é mesmo difícil: Um dia, uma mulher passou por um homem enquanto corria. A imagem dela ficou gravada na memória dele de forma que ele começou a sonhar com essa desconhecida todos os dias. Inventou para ela uma vida, hábitos, caminhos, motivos, contextos e tentou entrar no ambiente consciente dela através do seu próprio sonho. Então, descobriu-se (ou achou-se) participante, também, do sonho dela. Enquanto essa história é narrada para o público, o personagem narra de si próprio, desvenda-se para si mesmo e se mostra em um lugar em que, de fato, não sabe bem o que é ele realmente e o que ele é em seus próprios sonhos. Kruschewski, com coragem e habilidade, enfrenta o desafio que ele mesmo se fez e nos presenteia com uma linda história de amor, cheia de graça e de complexidade, repleta de lugares não comuns no gesto de sonhar que, por sua vez, é tão humano. Dirigido pelo próprio autor, com assistência de Ana Beatriz Macedo, o espetáculo é interpretado por Bruno Quaresma, Mariana Pastori, Pedro Emanuel e por Rosa Iranzo, e está em cartaz no Teatro Glaucio Gil.  Crítica de Rodrigo Monteiro"






 "Kruschewisky joga bem com a contemporaneidade na medida em que cria um universo fluído para a narrativa. As cenas não são estanques, mas se misturam umas com as outras, mini-cenas dentro de outras cenas. Neta dos três planos de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, “Memória inventada...” convive com um público que é capaz de notar as mudanças sem entraves. Os sonhos do protagonista, assim, podem invadir sua vida ou a narrativa de sua vida diante do interlocutor (nós, o público) e é assim que outros personagens, cachorros, ações e lugares tomam parte da cena sem pré-anúncio. O mérito como diretor pode ser exemplificado pela descrição de um fato: a presença do pianista João Medeiros. Na primeira parte do espetáculo, quando a situação quase limite entre sonho e realidade está sendo construída, o pianista chama muito a atenção pelos seus comentários faciais às cenas que estão sendo apresentadas. Mais para o final, quando um outro momento da trajetória do protagonista está em questão, o pianista segue em cena, no mesmo lugar que outrora, mas já não é visto.  A direção de Kruschewsky hábil em hierarquizar a entrada dos símbolos, oferece um contorno narrativo cujo ápice está no lugar e do jeito certo: em potência criativa na direção do olhar do público." Crítica de Rodrigo Monteiro



 "O cenário de Carlos Augusto Campos é feito em formas verticais brancas em fundo preto. O concretismo, tão sóbrio, é afinal uma boa metáfora para a peça em questão: de um lado, temos duas realidades – a do sonho e a do não-sonho – e, de outro, temos a vontade do personagem de ir além do que suas possibilidades podem. As formas geométricas no claro e escuro, sendo um lugar trágico para a cor e para a forma, é também, sem moldura, uma arte paralela, um objeto paralelo que existe além do museu. A iluminação de João Gioia e a trilha sonora de João Medeiros marcam bem essas situações que convivem com a cena na dramaturgia de Kruschewsky. Faz boa articulação o figurino de Tiago Ribeiro, que conserva as cores do cenário, deixando para mostrar-se em um segundo momento em palheta mais rica (o que é uma excelente curva dramática no uso desse elemento), com o resto da estrutura da peça, essa bem amarrada positivamente. Crítica de Rodrigo Monteiro"





No final de “Memória inventada no sonho de alguém”, temos uma visão muito clara do personagem e de sua história, como também do seu futuro. Entreteve-se, assim, com uma narrativa bem contada e no melhor uso de suas potencialidades: uma linda história de amor, inteligente, graciosa, rica. Parabéns a todos! Crítica de Rodrigo Monteiro


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O Confuso e misterioso Roubo das Vírgulas









 




 Ficha técnica: 
Elenco: Eduardo Parreira, Julia Mendes, Mario Terra, Pedro Casarin e Zeca Richa. 
Dramaturgia e direcao - Pedro Emanuel 
Texto original: Iuri Kruschewsky 
Iluminação: João Gioia 
Cenário : Carlos Augusto Campos 
Figurino: Tiago Ribeiro 
Adereços: Waleska Laine 
Letras e melodias: cia em obra 
Iluminadora assistente: Ana Luzia de Simoni 
Costureira: Linda Carvalho 
Contrarregra: João Batista da Silva 
Montagem cenotécnica: Articulação Cenográfica 
Direção musical: Jonas Hammar 
Fotos: Ícaro Salek 
Assessoria de imprensa – André Gomes 
Programação visual: ZR Mosaico 
Produção executiva: Luísa Barros 
Realização: Cia em Obra





Imagine se um dia todas as vírgulas fossem roubadas?
Quando isso acontece em um sítio no interior, um trio divertido entra em ação para evitar que os roubos se espalhem pela cidadezinha e causem muitos estragos.
Essa é a história do musical infantil  ‘O Confuso e misterioso roubo das vírgulas”, primeira incursão da Cia em Obra no universo infantil, que estreou 17 de agosto no CCJF (Centro Cultural Justiça Federal) depois fez temporada no Teatro Cândido Mendes em Ipanema.
O espetáculo tem direção de Pedro Emanuel, texto original de Iuri Kruschewsky, cenografia de Carlos Augusto Campos, Luz de João Gioia e direção musical de Jonas Hammar.
A ideia do texto é resgatar a língua portuguesa e das brincadeiras de rua, divertindo e estimulando a criançada. Na peça, os atores cantam e também tocam guitarra, ukelelê e violão ao vivo.













 Sobre a Cia em Obra
A companhia atualmente é formada por Eduardo Parreira, Julia Mendes, Mario Terra, Pedro Emanuel, Pedro Casarin e Zeca Richa. O espetáculo ‘Não Há Melhor Lugar do que a Nossa Casa’, marcou o início da trajetória da companhia, ano passado, e volta à cena dia 5 de setembro, desta vez na Sede das Cias (antigo espaço da Cia dos Atores, na Lapa). A montagem é fruto de uma pesquisa realizada pela Cia em Obra acerca dos movimentos que tornam possível escrever palavras e gestos que dancem.














 Crítica Teatral  -  Rodrigo Monteiro
"Teatro infantil é para todos!
“O confuso e misterioso roubo das vírgulas” é um espetáculo divertido destinado às crianças que habitam as crianças e também aquelas que moram dentro dos adultos. O sítio da vovó, lugar também chamado de Camelot, Passárgada, Xangrilá ou por qualquer outro nome paradisíaco, é lugar onde as árvores frutíferas estão sempre carregadas, os bolos quentinhos e as camas macias. Lá Joãozinho (Zeca Richa), Fabiana (Júlia Mendes) e Pedroca (Mário Terra) se envolvem em aventuras, se descobrem, vivem os melhores dias de sua infância. No texto original de Iuri Kruschewsky, com direção e dramaturgia de Pedro Emanuel, as crianças precisam resolver o caso do desaparecimento das vírgulas da cidade, fato que causa nos moradores muito constrangimento na leitura de tudo o que é escrito. Em cena, na temporada do teatro do Centro Cultural da Justiça Federal, música, cenas engraçadas, aventura e, principalmente, a valorização da boa escrita fazem dessa peça uma ótima programação. 

Por estar gripado, Joãozinho não pode sair de casa. A circunstância lhe traz a saudade de Fabi, a vizinha inteligente e bonita que estranhamente também não lhe vem visitar. Intrigado, o garoto resolve escrever uma cartinha para a amiga e dá ao Pedroca, mais novo que ambos, a missão de ir entregar a missiva. Essa, porém, chega até ao seu destinatário com praticamente outro texto. O sumiço das vírgulas no caminho mudou o sentido das palavras de Joãozinho e fez da carta uma ofensa. É preciso investigar o mistério que se alastra pela cidade, modificando receitas de bolo, alterando os valores das contas a pagar, causando alvoroço por todo o lado. 

Contada de forma ágil, a história acontece em cena quase que ao natural. O cenário de Carlos Augusto Campos providenciou um interessante espaço ao fundo sem comprometer a frente, permitindo a Pedro Emanuel dar a ver uma narrativa fluída. O todo visual, de que também participam a concepção de figurino de Tiago Ribeiro e o desenho de luz de João Gioia, é alegre, icônico, autorreferente, o que garante boa audiência para todas as idades. Os trabalhos de interpretação de Zeca Richa (Joãozinho), Júlia Mendes (Fabiana) e Pedro Casarin (Vovó) se destacam, ao lado dos músicos Mário Terra e Eduardo Parreira, esses também com boas participações. O texto é bem dito, as expressões são claras, as canções bem interpretadas e os movimentos bastante precisos. 

“O confuso e misterioso roubo das vírgulas” é divertimento para todos."
Postado por  











Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

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Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock