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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Questão de Crítica - É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi


Um convite à trama: entre o real e o ficcional - Autor: Dâmaris Grün


"É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi fez uma primeira temporada dentro da Ocupação Artística Vem! do Teatro Gonzaguinha e agora segue em cartaz na programação da Ocupação Complexo Duplo, no Café do Teatro Gláucio Gill até 24 de setembro. Com texto e direção de Iuri Kruschewsky, recém formado pelo curso de Artes Dramáticas da UniverCidade, o espetáculo é um instigante e corajoso primeiro voo do artista. Podemos vislumbrar em seu trabalho a vontade de experimentar, o desejo de lançar questões que o fazer teatral pode proporcionar. O ano de 2012 para o calendário teatral carioca me parece interessante ao apontar a atenção para diversos trabalhos de jovens artistas que se lançam à prática teatral e que estiveram (e estão) em cartaz no circuito profissional. Há uma nova safra de artistas do teatro que está emergindo na cidade com trabalhos significativos e cheios de seriedade artística e profissional, que vêm dos seus respectivos centros acadêmicos ou de diferentes agrupamentos de artistas de diversas origens e formações."

"Assim, acho importante destacar o espaço que as ocupações do Gonzaguinha, com a plataforma Incubadora, e do Gláucio Gill oferecem a esses jovens artistas e companhias em sua grade de programação. Essa iniciativa mostra que há um sentido positivo e eficaz no costumeiro (e relativo) jargão de que “há espaço para todos”. O sentido do espaço para todos, aqui, é de que podemos encontrar na curadoria artística de um espaço público o encontro do novo com a tradição, de trabalhos mais convencionais, tradicionais mesmo, com a energia inquieta de jovens artistas em busca da experimentação na cena e na dramaturgia. Considero ter esse espaço aberto para essas experiências fator de extrema importância, já que, a meu ver, ele faz circular diferentes públicos e proporciona a formação do mesmo, reunindo diferentes gerações e perspectivas artísticas.
No texto de É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi, Iuri Kruschewsky procura criar um confronto entre o que é realidade e o que é ficção a partir da visão do personagem principal, que se situa também como o narrador do espetáculo, um escritor em crise com sua obra, seu casamento e sua amante. A partir deste mote, o espectador se vê diante do percurso do narrador/escritor (Bruno Quaresma), num limiar entre realidade e ficção. Confundindo as histórias que, ora parecem saídas da cabeça do personagem, ora vêm da própria realidade em que se encontram os personagens, o trabalho de Iuri instiga e questiona o próprio fazer teatral ali materializado."


"Parece-me claro que o texto não quer dar a resposta a esse enigma dramatúrgico. O jogo entre o delírio do escritor e aquilo que é o real em seu cotidiano, impõe-se como força motriz do trabalho em questão. O que fica estabelecido na trajetória do espetáculo, e no tratamento dado ao texto e às atuações, é que essas fronteiras são tênues e movediças e que dentro do jogo teatral só irão embaralhar-se e trazer mais dúvida à recepção. É esse estado de confusão temporal e temática – e preponderantemente a partir da perspectiva de um personagem, a do narrador/escritor – que faz a cena girar e prender a atenção do espectador.
A encenação prioriza a aproximação do espectador ao jogo da cena. O público fica muito próximo à cena, o que possibilita uma recepção cúmplice. Após a acomodação do público há um black out e o narrador/escritor ateia fogo num papel que sai de uma máquina de escrever, bem ao centro do espaço cênico. É o início do jogo, da brincadeira que o trabalho de É culpa da vida que sonhei ou dos sonhos que vivi procura experimentar e dividir com o espectador. Logo após, uma fala do narrador/escritor expressa um comentário que reverbera essa situação de jogo metateatral: “É assim que sempre termina. Um pouco de magia, um pouco de fumaça, algo flutuando, mas não funciona sem um empurrão necessário. Vamos lá. Um pouco de risadas, um homem e uma mulher bonita. E amor. Vamos começar.” Neste comentário, há uma reflexão sobre a própria lida do escritor e, também, um convite ao público presente. Ser ou não ser ficção (dentro da inerente artificialidade que é uma peça de teatro) não é o mais importante aqui. O que o espetáculo procura mostrar é o caminho de um experimento cênico-dramatúrgico que joga com as temporalidades, com o imaginário do espectador e, sobretudo com as situações em que se encontram os seus quatro personagens. O escritor, o homem do bar, a esposa e a amante são caracteres artificiais construídos e inseridos dentro da trama do narrador/escritor, e daquela sugerida pelo autor."


"A cenografia coloca os espaços do real e do imaginário em oposição constante, em extremidades que potencializam o confronto temporal e imaginário permanente. De um lado, sugere-se um bar com dois bancos. Ali funcionam as cenas do escritor com a mulher que ele chama para viajar com ele de forma inesperada, aparece Alex (Manoel Madeira), o personagem que mais carrega os traços de artificialidade da encenação e que surge como uma espécie de alter ego do escritor. Do lado oposto, há o quarto de hotel em que se encontra o escritor e sua mulher (Kelly Iranzo). Esse é o espaço em que se constituem as cenas em que a suposta realidade do escritor (e não o seu imaginário em ação) ocorre, onde a crise com o trabalho, com a mulher e com a amante (Mariana Pastori) se dilata. No centro, há uma mesa com a máquina de escrever, um símbolo que faz convergir a todo o momento a atenção do espectador para aquilo que o narrador/escritor narra, vive e quer mostrar. É desse ponto central e simbólico que parece emergir a força da narrativa proposta pelo personagem escritor, pelo narrador, pelo autor da peça e pelo conjunto da encenação.
Dâmaris Grün é atriz formada em Teoria do Teatro pela Unirio."

 http://www.questaodecritica.com.br/author/dmaris-grn/


Cinema - Festival de Brasília - Lista dos Selecionados


"O 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgou nesta quarta-feira (18) a lista de filmes selecionados deste ano."
"O evento ocorre entre os dias 17 e 24 de setembro. Uma novidade deste ano foi a inclusão da mostra competitiva de documentários (curtas e longas). Ao todo, o festival distribuirá R$ 635 mil em prêmios. Veja a lista completa dos selecionados abaixo:
Longas-metragens de ficção:
1.      "A Memória Que Me Contam", de Lucia Murat, 95min, RJ;
2.      "Boa Sorte, Meu Amor", de Daniel Aragão, 95min, PE;
3.      "Eles Voltam", de Marcelo Lordello, 100min, PE;
4.      "Era Uma Vez Eu, Verônica", de Marcelo Gomes, 90min, PE;
5.      "Esse Amor Que Nos Consome", de Allan Ribeiro, 80min, RJ;
6.     
"Noites de Reis", de Vinicius Reis, 93min, RJ."
"Longas-metragens de documentário:
1.      "Doméstica", de Gabriel Mascaro, 85min, PE;
2.      "Elena", de Petra Costa, 82min, SP;
3.      "Kátia", de Karla Holanda, 74min, PI;
4.      "Olho Nu", de Joel Pizzini, 101min, RJ/MT;
5.      "Otto", de Cao Guimarães, 70min, MG;
6.      "Um Filme para Dirceu", de Ana Johann, 80min, PR.
Curtas-metragens de ficção:
1.      "A Mão que Afaga", de Gabriela Amaral Almeida, 19min, SP;
2.      "Canção Para Minha Irmã", de Pedro Severien, 18min, PE;
3.      "Eu Nunca Deveria Ter Voltado", de Eduardo Morotó, Marcelo Martins Santiago e Renan Brandão, 15min, RJ;
4.      "Menino Peixe", de Eva Randolph, 17min, RJ;
5.      "Vereda", de Diego Florentino, 20min, PR;
6.      "Vestido de Laerte", de Claudia Priscilla e Pedro Marques, 13min, SP.
Curtas-metragens de animação
1.      "Destimação", de Ricardo de Podestá, 13min, GO;
2.      "Linear", de Amir Admoni, 6min, SP;
3.      "Mais Valia", de Marco Túlio Ramos Vieira, 4min22, MG;
4.      "O Gigante", de Luís da Matta Almeida, 10min35, SC;
5.      "Phantasma", de Alessandro Corrêa, 10min20, SP;
6.      "Valquíria", de Luiz Henrique Marques, 8min32, MG.
Curtas-metragens de documentário:
1.      "A Cidade", de Liliana Sulzbach, 15min, RS;
2.      "A Ditadura da Especulação", de Zé furtado, 10min20, DF;
3.      "A Guerra dos Gibis", de Thiago Brandimarte Mendonça e Rafael Terpins, 19min30, SP;
4.      "A Onda Traz, O Vento Leva", de Gabriel Mascaro, 24min47, PE;
5.      "Câmara Escura", de Marcelo Pedroso, 25min, PE;
6.      "Empurrando o Dia", de Felipe Chimicatti, Pedro Carvalho e Rafael Bottaro, 25min, MG."
Fonte - Cinema UOL

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

OS DEZEQUILIBRADOS em A SERPENTE.


Nelson Rodrigues



Ficha Técnica:
Texto: Nelson Rodrigues
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Ângela Câmara, Carolina Ferman, José Karini e Saulo Rodrigues
Cenário e Figurinos: Desirée Bastos
Iluminação: Renato Machado
Trilha sonora: Ivan Sugahara
Assistência de direção: Carol Garcia 
Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro ( Articulação Cenografia)
Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti
Programação visual: Luciano Cian
Fotografia: Dalton Valério
Operação de Câmeras: Dalton Valério e Kirk Russo
Direção e Edição de vídeo: Kirk Russo - Viagem à Lua • Artemídia 
Direção de produção: Tárik Puggina
Produção executiva: Aline Mohamed
Realização: Nevaxca Produções e Os dezequilibrados
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federa

http://www.youtube.com/watch?v=C4wogub58HQ&feature=youtu.be

terça-feira, 4 de setembro de 2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A Serpente

Nelson Rodrigues é homenageado no SESC Niterói com montagem de “A Serpente”, dia 8/9

Texto traz o tema das paixões desenfreadas com final trágico, uma constante na obra de Nelson; entrada para associados SESC Rio é gratuita




Autor: Nelson Rodrigues
Direção: Antonio Guedes
Dramaturgista: Fátima Saadi
Elenco: Alexandre Dantas
Claudia Ventura
Marcos França
Priscila Amorim
Vilma Melo 

Cenário: Doris Rollemberg

Figurinos: Priscilla Duarte
Iluminação: Binho Schaefer
Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

domingo, 19 de agosto de 2012

Minha nossa - Teatro - Planetário


O espetáculo teatral “Minha Nossa” será apresentado no Teatro Municipal Maria Clara Machado (Planetário), no Rio de Janeiro, dentro do Projeto Ágora Novas Cenas, que contempla jovens profissionais, criando um local para encontro e reflexão sobre a nova produção teatral carioca. Serão quatro apresentações, nos dias 11, 12, 18 e 19 de setembro de 2012, terças e quartas, às 21h.




Sobre o projeto
A peça “Minha Nossa”, com texto de Carlos Alberto Soffredini, foi escrita em 1984, mas permanece inédita na cidade do Rio de Janeiro. Falecido em 2001, Soffredini marcou a história do teatro brasileiro, tendo recebido diversos prêmios ao longo de sua carreira, e construiu sua trajetória artística tendo como premissa a pesquisa da cultura popular brasileira e o desenvolvimento de uma estética teatral popular. A peça “Minha Nossa” reflete essa trajetória. Explorando com muito humor um fato ocorrido na cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, o autor reflete sobre o misticismo do povo brasileiro e revela traços da cultura da região.
O espetáculo “Minha Nossa” é fruto de longa pesquisa sobre a obra de Carlos Alberto Soffredini, iniciada pela diretora Laura Nielsen em 2010, enquanto desenvolvia seus estudos no Curso de Direção Teatral da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. A montagem é produzida pela companhia Proposta A6, que já realizou dois trabalhos profissionais: “!RUNNERS” e “ANTES/DEPOIS”, ambos buscando textos e influências de artistas estrangeiros. Esse projeto nasceu do desejo da diretora e do grupo de pesquisar a cultura popular brasileira, voltando agora o olhar para o nosso país, suas tradições e contradições.
“Minha Nossa” parte de pesquisas jornalísticas e depoimentos sobre o atentado à imagem de Nossa Senhora Aparecida, ocorrido em 1978. O enredo baseia-se em uma história real, quando um rapaz, de 19 anos, chega, em romaria, à cidade de Aparecida, e quebra a imagem de Nossa Senhora, Padroeira do Brasil. O episódio transforma-se, pelas mãos de Soffredini, em uma narrativa bastante fragmentada, estruturada a partir de diversos pontos de vista sobre o fato. A peça não apresenta, no entanto, a simples reconstituição deste episódio. Evidenciando as diversas versões e a proliferação de discursos sobre o fato histórico, enfatiza, sobretudo, as contradições entre esses inúmeros pontos de vista, promovendo uma curiosa discussão sobre a situação em que o protagonista se encontra e impedindo que se estabeleça um julgamento definitivo sobre a sua ação.
Partindo de um fato real, o autor escreve uma ficção. Mas o que aconteceu de fato? Qual é a verdade sobre essa história? O texto corresponde ao fato histórico? A peça levanta essas questões, enfatizando a tensão entre o material ficcional e o documental, ou a tênue fronteira entre realidade e ficção.
“Minha Nossa” discute temas arriscados: a fé e o questionamento da ordem estabelecida. O fato do autor e da direção lidarem com esses temas de maneira leve e bem humorada, confere ao espetáculo grande potência.
Este projeto não conta com nenhum patrocínio e necessita do seu apoio, através do site Catarse, para a realização dessas quatro apresentações, já confirmadas, no Teatro Municipal Maria Clara Machado – Planetário da Gávea. Precisamos arrecadar 4.000,00 (quatro mil reais) que servirão para o pagamento da equipe técnica, aluguel de equipamento de luz e som, transporte de cenário, confecção e impressão de material de divulgação. As contribuições poderão ser feitas até o dia 4 de setembro. Contamos com a colaboração de vocês!
Ficha Técnica:
Texto: Carlos Alberto Soffredini
Direção: Laura Nielsen
Supervisão Geral: Gabriela Lirio
Assistente de direção: Thais Barros
Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira
Cenário: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assistente de Cenário: Leo Jesus
Figurino: Mariella Pimentel
Assistente de Figurino: Juliana Baptista
Orientação de Cenário e Figurino: Ronald Teixeira
Direção Musical: Felipe Habib e Gustavo Medina
Improvisação Vocal: Camila Caputti
Gravação e Mixagem: Demian Garcia
Iluminação: Allan Imianowski
Projeção ao vivo: Diogo Liberano e Laura Nielsen
Edição de vídeo: Thaís Grechi
Colaboração artística: André Grabois
Operação de som: Thaís Barros
Operação de Luz: Davi Palmeira
Produção Executiva: Bruno Quaresma e Dani Dias
Idealização e Direção de Produção: Laura Nielsen
Realização: Proposta A6 e UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro
Serviço:
Quando: De 11 a 19 de setembro (terças e quartas, às 21h)
Onde: Teatro Municipal Maria Clara Machado – Planetário da Gávea (Rua Padre Leonel Franca, 240)
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração do Espetáculo: 60 minutos

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Oceanos - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos”
  Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro.













 A Aliança Francesa e a Fondation Total apresentaram, de 17/05 a 01/07, no Centro Cultural Correios, a exposição fotográfica "Oceanos", que exibiu imagens inéditas do fundo do mar.

Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

A Outra Casa - Teatro
Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock