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Articulação Cenografia - Cenógrafo

Minha inspiração é a Natureza!
Projeto e Obra perfeita de Deus.
O Maior de todos os Arquitetos.
Carlos Augusto Campos
Cenógrafo - Escola de Belas Artes - UFRJ



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sexta-feira, 1 de abril de 2011

5º Prêmio APTR de Teatro - Indicados

A APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro), divulgou os indicados ao 5º Prêmio APTR.


CATEGORIAS / INDICADOS

AUTOR
Jô Bilac (Savana Glacial)
Newton Moreno (Maria do Caritó)
Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça (Antes da Coisa Toda Começar)
Pedro Brício (Comédia Russa)
Rodrigo Nogueira (Ponto de Fuga)

DIREÇÃO
Ana Kfouri (Senhora dos Afogados)
André Paes Leme (Hamelin)
Felipe Hirsh (Pterodátilos)
Inês Viana (As Conchambranças de Quaderna)

CENOGRAFIA
Analu Prestes (Sonhos Para Vestir)
Aurora dos Campos (Rock Antígona)
Daniela Thomas (Pterodátilos)
Nello Marrese (Maria do Caritó)
Paulo de Moraes e Carla Berri (Antes da Coisa Toda Começar)
Sérgio Marimba (Mistério Bufo)

FIGURINO
Antonio Guedes (Pterodátilos)
Flávio Souza (As Conchambranças de Quaderna)
Marcelo Pies (Hair)
Rui Cortez (Comédia Russa)
Serroni (Maria do Caritó)

ILUMINAÇÃO
Beto Bruel (Pterodátilos)
Maneco Quinderé (Antes da Coisa Toda Começar)
Paulo Cesar Medeiros (Hair)
Renato Machado (Marina/ Senhora dos Afogados / Hamelin / Deus da Carnificina)
Tomás Ribas (Rock Antígona)

ATOR PROTAGONISTA
Antonio Fagundes (Restos)
Leonardo Brício (As Conchambranças de Quaderna)
Luiz Furlanetto (Pedras nos Bolsos)
Marco Nanini (Pterodátilos)

ATRIZ PROTAGONISTA
Guida Vianna (Dona Otília e Outras Histórias)
Julia Lemmertz (Deus da Carnificina)
Mariana Lima (Pterodátilos)
Totia Meireles (Gypsy)

ATOR COADJUVANTE
André Dias (Era no Tempo do Rei)
Felipe Abib (Pterodátilos)
Oscar Saraiva (Hamelin)
Zé Carlos Machado (Mente Mentira)

ATRIZ COADJUVANTE
Bel Garcia (Devassa)
Dani Barros (Maria do Caritó / As Conchambranças de Quaderna)
Letícia Colim (Hair)
Malu Valle (Mente Mentira)

ESPECIAL
Cia. Pequod (Marina)
Marcello H e Jr. Tostói (Rock Antígona)
Ocupação Câmbio
Rico e Renato Vilarouca – Vídeo (História de Amor Líquido)

MELHOR ESPETÁCULO
Antes da Coisa Toda Começar
As Conchambranças de Quaderna
Deus da Carnificina
Hair
Pterodátilos
Restos

A Dona do Fusca Laranja - Oi Futuro - Divulgação




"TEATRO - A DONA DO FUSCA LARANJA
De 8 de abril a 29 de maio | Sexta, sábado e domingo, às 19h30


A Dona do Fusca Laranja



Dramaturgia: Jô Bilac

Direção: Fábio Ferreira

Concepção: Camila Rhodi, Fábio Ferreira e Jô Bilac

Performance: Camila Rhodi


Performance-instalação que acontece dentro de um fusca, onde o público é convidado a passear com a personagem central da história, que circula motorizada pelas ruas do Rio. Inspirada em fatos reais, ocorridos com a atriz Camila Rhodi, a partir do roubo do seu fusca, a encenação dialoga com diversas formas de artes, inclusive recursos digitais e acontece em três momentos:



17h - 1° Momento: Exclusivo para três passageiros que partem, no fusca, da sede do Oi Futuro e percorrem, com a protagonista, as ruas da cidade. São três diferentes histórias, contadas uma por dia (sexta, sábado e domingo), que se repetem a cada semana.Distribuição de 3 senhas as 16h30



19h - 2° Momento: A atriz conduz o fusca a um ponto da e em tempo real conversa com as pessoas no Oi Futuro, onde estará acontecendo uma Jam Session comandada pelo músico performático Siri e pelo designer Rick Seabra, e a exposição “O Museu do Fusca”. Neste período acontece um pequeno show de imagem e som aberto ao público sem senha.



20h - 3° Momento: Performance-instalação “A Dona do Fusca Laranja”, no térreo do Oi Futuro, onde estarão expostos fragmentos do fusca (pára-choques, retrovisores, paralamas, volante) com os quais a atriz irá interagir. Distribuição de 50 senhas as 19h30



De 8 de abril a 29 de maio

Sexta, sábado e domingo, às 19h30 | Térreo e ruas da cidade

Entrada franca | Classificação etária: 18 anos"

terça-feira, 29 de março de 2011

Te Conto Em Cena


“Te conto em Cena”. Até o mês de maio serão exibidos contos do autor Machado de Assis no Castelinho, localizado na Praia do Flamengo. Vai de quinta a domingo e começa às 20h. Cada dia da semana é uma peça diferente: Quinta: O Cônego – O espelho Sexta: A Cartomante – A Missa do Galo Sábado: Ernesto de Tal Domingo: A causa secreta – O enfermeiro O melhor de tudo é que a estrada é franca.

Ficha Técnica

Textos Originais : Machado de Assis
Adaptação, Encenação e Produção: Leonardo Simões
Elenco: Pedro Maia, Raquel Penner e Luiz Felipe Carvalho
Cenografia, Figurino e Adereços : Patrícia Delvaux e Nívea Faso
Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Fotografias: Fernando Secco
Registro em vídeo: Ricardo Lyra Jr.
Sonoplastia: Eduardo Calian e Leonardo Simões
Contramestre: Rosali Jaulino e Manuela Jaulino
Assist. de Produção: Marília Tapajós e Gisele Vargas

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

M - Em Busca de um assassino - 2009


Adaptação da obra de Fritz Lang - M
Direção e Adaptação de Ole Erdmann
Elenco: Aline Rodrigues, bruna Felix,Bruno Henriquez, Diogo morid, Felipe Dutra, Fernanda Abi-Ramia, Gabriel Sabino, Larissa Landim, Leo Villas-Boas, Lily Levy, Lisa Gomes, Maria Elisa Reis, Monique Menezes, Myriam Filippi, Paloma Amorim, Pedro Medina, Raquel Parpineli, Tarik Vasques e Thales Laranja.

Cenografia e Figurino: Carlos Augusto Campos, Carolina Morgado, Juliana Crispim e Mariella Pimentel.

Iluminação: Wilson Reiz

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cenografia - Fazendo Moda

Destaque para o ousado trabalho do Cenógrafo José Marton


Pindorama Filmes - Canal Futura

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Minha Nossa - De Carlos Alberto Sofredini. Direção: Laura Nielsen - Teatro Gonzaguinha

Dias 25(terça) e 26(quarta) de Janeiro - 19:30hs
Calouste Gulbenkian - Próximo ao Terreirão do Samba - Praça XI



Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira.

Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assist. cenografia: Leo Jesus

Figurino: Mariella Pimentel
Assist. Figurino: Juliana Baptista

Iluminação: Vida Oliveira, Mira Barros e Ana Zahner

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Crítica - Senhora dos Afogados - Daniel Schenker

"Pulsões de morte transbordam na Guanabara

Crítica da peça Senhora dos Afogados, encenada por Ana Kfouri

Autor: Daniel Schenker




A presença do mar, que se impõe como personagem em Senhora dos Afogados, norteou a diretora Ana Kfouri na escolha do espaço para encenar sua versão da peça de Nelson Rodrigues: o restaurante Albamar, de frente para a Baía de Guanabara. A diretora afasta o espaço de sua utilidade cotidiana. O Albamar não é evocado como restaurante. Seu amplo salão é aproveitado para reconstituir a casa da família Drummond.

Ana Kfouri caminha em sentido contrário ao da abordagem de um grupo como o Teatro da Vertigem, conduzido por Antonio Araujo, que dialoga em níveis variados com a literalidade dos espaços não-convencionais escolhidos para apresentar seus espetáculos. A carga inerente a cada um dos espaços – a igreja em O paraíso perdido, o hospital em O livro de Jó e o presídio em Apocalipse 1,11, montagens que formam a Trilogia Bíblica – torna-se texto (enquanto portador de significado), elemento determinante à apreciação da plateia, assim como o Rio Tietê (ou a Baía de Guanabara, na temporada carioca) de BR 3, encenação em que o Vertigem abordava o espaço não-convencional mais como metáfora (das mazelas brasileiras) do que pela via do literal. Uma perspectiva também diferente dessa nova leitura de Senhora dos Afogados, que não interage com a utilização cotidiana do espaço, restringindo a esfera literal às cenas ambientadas no cais, particularmente a das prostitutas, que encerra o espetáculo.

Ana Kfouri, em parceria com o cenógrafo André Sanches, concebe no salão do Albamar uma casa sem paredes, destituída de espaços privados, onde os personagens já não conseguem ocultar seus desejos secretos e proibidos. Os espectadores são incluídos nesse ambiente como presenças invisíveis, como testemunhas das jornadas catárticas dos personagens. Ocasionalmente parecem ser inseridos de maneira mais direta na ação, a exemplo daqueles acomodados ao redor da mesa onde sentam os integrantes da família Drummond. A diretora poderia ter encontrado variados espaços internos que servissem tanto à reconstituição de um ambiente sem privacidade quanto à atmosfera ruidosa do café do cais, parte do espetáculo tomada por pulsação sanguínea. O que deve tê-la motivado em relação ao Albamar foi a possibilidade de aproveitar a Baía de Guanabara não só para a realização de cenas específicas (a corrida de Eduarda, entre a sanidade e a loucura, a já citada imagem das prostitutas no cais), mas para potencializar questões embutidas numa peça em que as personagens são afetadas pelo espaço externo apesar (ou justamente por isso) de viverem trancafiadas em ambiente claustrofóbico. A cenografia, nessa encenação, abarca a cidade.



Num opressivo espaço emoldurado por fotos familiares, André Sanches destacou o espelho, conforme mencionado no próprio texto (o jogo de espelhamento entre Moema e D. Eduarda, a partir das mãos), e redimensionou elementos da casa dos Drummond, como a cama, cujo espaldar é composto por cordas, vez por outra, manipuladas. Há uma notada integração entre a cenografia e a iluminação de Renato Machado, ora ocultada, ora evidenciada em cena. Ocultada ao aproveitar o que seria a iluminação da casa através de abajures dispostos pelo espaço. E evidenciada por meio de determinadas soluções, como as velas sobre o espaldar da cama, e da inclusão de refletores visíveis, dentro e fora da cena. A luz que irrompe pela janela, inclusive, parece impor-se como cordas esticadas que atravessam o corpo de Moema, assombrada em sua missão de se tornar a única mulher da casa diante do pai, Misael.

Os figurinos de Luisa Carneiro da Cunha são adequadamente enlutados para os membros da família Drummond, menos carregados para o coro de vizinhos e exuberantes para as mulheres do cais. Destoando, em certa medida, da excelência da encenação, os atores buscam projetar a densidade de personagens que transbordam pulsões de morte nessa tragédia rodrigueana. O desafio é vencido em parte, cabendo destacar o esforço disciplinado de Ana Abbott, a atuação contundente de Rebato Livera e a precisão de Cris Larin – em especial, na primeira metade, na qual D. Eduarda vive encerrada em casa, submetida ao despotismo de Moema e Misael. Numa época em que Senhora dos Afogados vem atraindo atenção de encenadores diversos – valendo lembrar as recentes montagens de Antunes Filho, Zé Henrique de Paula e Érico José –, Ana Kfouri conseguiu realizar uma brilhante apropriação."

Informações sobre a temporada no site da peça: http://www.senhoradosafogados.com.br/

Daniel Schenker é doutorando em Artes Cênicas pela UniRio e crítico de teatro do Jornal do Commercio e da revista Isto É/Gente.

Visite o site " Questão de Crítica " - http://www.questaodecritica.com.br/2011/01/pulsoes-de-morte-transbordam-na-guanabara/

Carlos Augusto Campos - Cenógrafo

Carlos Augusto Campos

Carlos Augusto Campos
Cenografia - Escola de Belas Artes - UFRJ

Exposição - Entre o Céu e a Água

Exposição - Entre o Céu e a Água
Renato Bezerra de Mello - Montagem Articulação cenografia

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios

Exposição: O Casulo - Centro Cultural dos Correios
Concepção e Fotografia - Ricardo Siqueira Projeto e Montagem - Articulação Cenografia

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos

TEMPO FESTIVAL 2016 - Vamos Fazer Nós Mesmos
Espetáculo Wunderbaum - Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural

Exposição "NÓS" - Caixa Cultural
Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Projeto Expográfico: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Tempo Festival 2016 - Apocalipse

Tempo Festival 2016 - Apocalipse
Construção e Montagem - Articulação Cenografia Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Adereço Ambulância e Canoa - Carlos Machado

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola

Labirinto - Picasso e a Modernidade Espanhola
CCBB Rio de Janeiro Projeto: T + T Projetos Daniela Thomas e Felipe Tassara Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico

Exposição - 2 Atlânticos e 1 Pacífico
Curadora: Glória Ferreira - Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia - Centro Cultural Hélio Oiticica - Produção: Bateia Cultura

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro

Quase Aqui - Daniel Senise - Oi Futuro
Produção: Livre Galeria Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial

Exposição - Ana Vitória Mussi - Paço Imperial
Produção - Fase 10 Montagen Cenotécnica - Articulação Cenografia

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo

Códigos Primordiais - Exposição no Oi Futuro Flamengo
Primary Codes

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo

EIJA-LIISA AHTILA - Oi Futuro Flamengo
Expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia Supervisão de Montagem Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo Copacabana Pálace

50 Anos da Confederação Brasileira de Automobilismo     Copacabana Pálace
Projeto: Giovana Carneiro e Gisele Batalha Montagem Cenotécnica: Articulação Cenografia

CCBB - Exposição Rabin Ajaw

CCBB - Exposição Rabin Ajaw
Projeto - Arquiteto Luiz Marinho. Produção - Produtora MP2 Construção e montagem - Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem - Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeir

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional

Exposição - 20 Anos do pro Ler - Biblioteca Nacional
Projeto: Daniel Leão e Markito Fonceca Execução e Montagem : Articulação Cenografia Supervisão de Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro Carpintaria: Washington Castelo

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz

Exposição - Harcout de Paris - Escultor de Luz
Centro cultural dos Correios RJ

Exposição fotográfica “Oceanos” - Centro Cultural dos Correios

Exposição fotográfica “Oceanos” -   Centro Cultural dos Correios
Projeto: Marcello Camargo e Daniel Leão. Montagem: Articulação Cenografia. Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades

Le Fresnoy - Oi Futuro - Comunidades
Produção: MP2 - Cenografia: Elizabeth Jacob - Montagem : Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD

# AC - Ana Carolina - Turnê / Gravação DVD
Iluminação e Cenografia : Binho Scheafer Execução de Cenografia: Articulação Cenografia

Campanha Publicitária - TIM Multibank

Campanha Publicitária - TIM Multibank
Visorama: Direção e Produção - Cenografia/Arte: Marcele Vieira e Camila Delamônica - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Campanha Cartoon Network

Campanha Cartoon Network
Cenografia: Marcele Vieira - Construção e Montagem: Articulação Cenografia - Supervisão Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral

Fala Crioulo - Espetáculo Teatral
Cenografia de Doris Rollemberg e Iluminação de Aurélio Di Simoni - Cenotecnica: Articulação Cenografia - Supervisão de Montagem: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

A Outra Casa - Teatro

A Outra Casa - Teatro
Cenografia de Doris Rollemberg - Construção e Montagem da Articulação Cenografia

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Cenotécnica - Articulação Cenografia

Vale a pena conferir

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia

MARGOT. Sesc de Copacabana - Cenografia
Margot vai passar um tempo na casa de sua tia e começa a suspeitar que algo estranho está acontecendo do lado de fora. Aos poucos, a personagem se vê presa em um complexo sistema de tráfico de pessoas e genocídio. Assim, ela precisa embarcar em uma jornada sozinha, com a finalidade de sobreviver em um mundo que se volta contra si mesmo.

MARGOT.

MARGOT.
Prêmio SESC

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia

MARGOT. SESC Copacabana - Cenografia
Inspirada no texto “Far Away”, da britânica Caryl Churchill, a peça conta a saga de uma menina que vive em um mundo em que todos os seres humanos estão em guerra.

Bibliografia - Minha Estante

  • 100 Termos Basicos da Cenotecnica - Funarte
  • ANTITRATADO DE CENOGRAFIA - Gianni Ratto
  • ARTE DE PROJETAR em Arquitetura - Ernest Neufert
  • Colecao Funarte - OFICINAS ( Iluminacao Cenica, Cetecnica e Arquitetura Cenica)
  • COSTUME DESIGN - Lynn Pecktal
  • ESPACO E TEATRO - Evelyn Furquim e Werneck Lima
  • HelioEichbauer - Programa Exp. 40 Anos de cenografia
  • Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
  • Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
  • The Chronicle of Western Costume - John Peacock