A APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro), divulgou os indicados ao 5º Prêmio APTR.
CATEGORIAS / INDICADOS
AUTOR
Jô Bilac (Savana Glacial)
Newton Moreno (Maria do Caritó)
Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça (Antes da Coisa Toda Começar)
Pedro Brício (Comédia Russa)
Rodrigo Nogueira (Ponto de Fuga)
DIREÇÃO
Ana Kfouri (Senhora dos Afogados)
André Paes Leme (Hamelin)
Felipe Hirsh (Pterodátilos)
Inês Viana (As Conchambranças de Quaderna)
CENOGRAFIA
Analu Prestes (Sonhos Para Vestir)
Aurora dos Campos (Rock Antígona)
Daniela Thomas (Pterodátilos)
Nello Marrese (Maria do Caritó)
Paulo de Moraes e Carla Berri (Antes da Coisa Toda Começar)
Sérgio Marimba (Mistério Bufo)
FIGURINO
Antonio Guedes (Pterodátilos)
Flávio Souza (As Conchambranças de Quaderna)
Marcelo Pies (Hair)
Rui Cortez (Comédia Russa)
Serroni (Maria do Caritó)
ILUMINAÇÃO
Beto Bruel (Pterodátilos)
Maneco Quinderé (Antes da Coisa Toda Começar)
Paulo Cesar Medeiros (Hair)
Renato Machado (Marina/ Senhora dos Afogados / Hamelin / Deus da Carnificina)
Tomás Ribas (Rock Antígona)
ATOR PROTAGONISTA
Antonio Fagundes (Restos)
Leonardo Brício (As Conchambranças de Quaderna)
Luiz Furlanetto (Pedras nos Bolsos)
Marco Nanini (Pterodátilos)
ATRIZ PROTAGONISTA
Guida Vianna (Dona Otília e Outras Histórias)
Julia Lemmertz (Deus da Carnificina)
Mariana Lima (Pterodátilos)
Totia Meireles (Gypsy)
ATOR COADJUVANTE
André Dias (Era no Tempo do Rei)
Felipe Abib (Pterodátilos)
Oscar Saraiva (Hamelin)
Zé Carlos Machado (Mente Mentira)
ATRIZ COADJUVANTE
Bel Garcia (Devassa)
Dani Barros (Maria do Caritó / As Conchambranças de Quaderna)
Letícia Colim (Hair)
Malu Valle (Mente Mentira)
ESPECIAL
Cia. Pequod (Marina)
Marcello H e Jr. Tostói (Rock Antígona)
Ocupação Câmbio
Rico e Renato Vilarouca – Vídeo (História de Amor Líquido)
MELHOR ESPETÁCULO
Antes da Coisa Toda Começar
As Conchambranças de Quaderna
Deus da Carnificina
Hair
Pterodátilos
Restos
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A Dona do Fusca Laranja - Oi Futuro - Divulgação

"TEATRO - A DONA DO FUSCA LARANJA
De 8 de abril a 29 de maio | Sexta, sábado e domingo, às 19h30
A Dona do Fusca Laranja
Dramaturgia: Jô Bilac
Direção: Fábio Ferreira
Concepção: Camila Rhodi, Fábio Ferreira e Jô Bilac
Performance: Camila Rhodi
Performance-instalação que acontece dentro de um fusca, onde o público é convidado a passear com a personagem central da história, que circula motorizada pelas ruas do Rio. Inspirada em fatos reais, ocorridos com a atriz Camila Rhodi, a partir do roubo do seu fusca, a encenação dialoga com diversas formas de artes, inclusive recursos digitais e acontece em três momentos:
17h - 1° Momento: Exclusivo para três passageiros que partem, no fusca, da sede do Oi Futuro e percorrem, com a protagonista, as ruas da cidade. São três diferentes histórias, contadas uma por dia (sexta, sábado e domingo), que se repetem a cada semana.Distribuição de 3 senhas as 16h30
19h - 2° Momento: A atriz conduz o fusca a um ponto da e em tempo real conversa com as pessoas no Oi Futuro, onde estará acontecendo uma Jam Session comandada pelo músico performático Siri e pelo designer Rick Seabra, e a exposição “O Museu do Fusca”. Neste período acontece um pequeno show de imagem e som aberto ao público sem senha.
20h - 3° Momento: Performance-instalação “A Dona do Fusca Laranja”, no térreo do Oi Futuro, onde estarão expostos fragmentos do fusca (pára-choques, retrovisores, paralamas, volante) com os quais a atriz irá interagir. Distribuição de 50 senhas as 19h30

De 8 de abril a 29 de maio
Sexta, sábado e domingo, às 19h30 | Térreo e ruas da cidade
Entrada franca | Classificação etária: 18 anos"
terça-feira, 29 de março de 2011
Te Conto Em Cena

“Te conto em Cena”. Até o mês de maio serão exibidos contos do autor Machado de Assis no Castelinho, localizado na Praia do Flamengo. Vai de quinta a domingo e começa às 20h. Cada dia da semana é uma peça diferente: Quinta: O Cônego – O espelho Sexta: A Cartomante – A Missa do Galo Sábado: Ernesto de Tal Domingo: A causa secreta – O enfermeiro O melhor de tudo é que a estrada é franca.
Ficha Técnica
Textos Originais : Machado de Assis
Adaptação, Encenação e Produção: Leonardo Simões
Elenco: Pedro Maia, Raquel Penner e Luiz Felipe Carvalho
Cenografia, Figurino e Adereços : Patrícia Delvaux e Nívea Faso
Cenotécnica: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Fotografias: Fernando Secco
Registro em vídeo: Ricardo Lyra Jr.
Sonoplastia: Eduardo Calian e Leonardo Simões
Contramestre: Rosali Jaulino e Manuela Jaulino
Assist. de Produção: Marília Tapajós e Gisele Vargas
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
M - Em Busca de um assassino - 2009
Adaptação da obra de Fritz Lang - M
Direção e Adaptação de Ole Erdmann
Elenco: Aline Rodrigues, bruna Felix,Bruno Henriquez, Diogo morid, Felipe Dutra, Fernanda Abi-Ramia, Gabriel Sabino, Larissa Landim, Leo Villas-Boas, Lily Levy, Lisa Gomes, Maria Elisa Reis, Monique Menezes, Myriam Filippi, Paloma Amorim, Pedro Medina, Raquel Parpineli, Tarik Vasques e Thales Laranja.
Cenografia e Figurino: Carlos Augusto Campos, Carolina Morgado, Juliana Crispim e Mariella Pimentel.
Iluminação: Wilson Reiz
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Cenografia - Fazendo Moda
Destaque para o ousado trabalho do Cenógrafo José Marton
Pindorama Filmes - Canal Futura
Pindorama Filmes - Canal Futura
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Minha Nossa - De Carlos Alberto Sofredini. Direção: Laura Nielsen - Teatro Gonzaguinha
Dias 25(terça) e 26(quarta) de Janeiro - 19:30hs
Calouste Gulbenkian - Próximo ao Terreirão do Samba - Praça XI

Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira.
Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assist. cenografia: Leo Jesus
Figurino: Mariella Pimentel
Assist. Figurino: Juliana Baptista
Iluminação: Vida Oliveira, Mira Barros e Ana Zahner
Calouste Gulbenkian - Próximo ao Terreirão do Samba - Praça XI

Elenco: Anita Mafra, Ana Beatriz Macedo, Carol Costa, Iuri Kruschewski, Luiz Paulo Barreto e Manoel Madeira.
Cenografia: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro
Assist. cenografia: Leo Jesus
Figurino: Mariella Pimentel
Assist. Figurino: Juliana Baptista
Iluminação: Vida Oliveira, Mira Barros e Ana Zahner
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Crítica - Senhora dos Afogados - Daniel Schenker
"Pulsões de morte transbordam na Guanabara
Crítica da peça Senhora dos Afogados, encenada por Ana Kfouri
Autor: Daniel Schenker

A presença do mar, que se impõe como personagem em Senhora dos Afogados, norteou a diretora Ana Kfouri na escolha do espaço para encenar sua versão da peça de Nelson Rodrigues: o restaurante Albamar, de frente para a Baía de Guanabara. A diretora afasta o espaço de sua utilidade cotidiana. O Albamar não é evocado como restaurante. Seu amplo salão é aproveitado para reconstituir a casa da família Drummond.
Ana Kfouri caminha em sentido contrário ao da abordagem de um grupo como o Teatro da Vertigem, conduzido por Antonio Araujo, que dialoga em níveis variados com a literalidade dos espaços não-convencionais escolhidos para apresentar seus espetáculos. A carga inerente a cada um dos espaços – a igreja em O paraíso perdido, o hospital em O livro de Jó e o presídio em Apocalipse 1,11, montagens que formam a Trilogia Bíblica – torna-se texto (enquanto portador de significado), elemento determinante à apreciação da plateia, assim como o Rio Tietê (ou a Baía de Guanabara, na temporada carioca) de BR 3, encenação em que o Vertigem abordava o espaço não-convencional mais como metáfora (das mazelas brasileiras) do que pela via do literal. Uma perspectiva também diferente dessa nova leitura de Senhora dos Afogados, que não interage com a utilização cotidiana do espaço, restringindo a esfera literal às cenas ambientadas no cais, particularmente a das prostitutas, que encerra o espetáculo.
Ana Kfouri, em parceria com o cenógrafo André Sanches, concebe no salão do Albamar uma casa sem paredes, destituída de espaços privados, onde os personagens já não conseguem ocultar seus desejos secretos e proibidos. Os espectadores são incluídos nesse ambiente como presenças invisíveis, como testemunhas das jornadas catárticas dos personagens. Ocasionalmente parecem ser inseridos de maneira mais direta na ação, a exemplo daqueles acomodados ao redor da mesa onde sentam os integrantes da família Drummond. A diretora poderia ter encontrado variados espaços internos que servissem tanto à reconstituição de um ambiente sem privacidade quanto à atmosfera ruidosa do café do cais, parte do espetáculo tomada por pulsação sanguínea. O que deve tê-la motivado em relação ao Albamar foi a possibilidade de aproveitar a Baía de Guanabara não só para a realização de cenas específicas (a corrida de Eduarda, entre a sanidade e a loucura, a já citada imagem das prostitutas no cais), mas para potencializar questões embutidas numa peça em que as personagens são afetadas pelo espaço externo apesar (ou justamente por isso) de viverem trancafiadas em ambiente claustrofóbico. A cenografia, nessa encenação, abarca a cidade.
Num opressivo espaço emoldurado por fotos familiares, André Sanches destacou o espelho, conforme mencionado no próprio texto (o jogo de espelhamento entre Moema e D. Eduarda, a partir das mãos), e redimensionou elementos da casa dos Drummond, como a cama, cujo espaldar é composto por cordas, vez por outra, manipuladas. Há uma notada integração entre a cenografia e a iluminação de Renato Machado, ora ocultada, ora evidenciada em cena. Ocultada ao aproveitar o que seria a iluminação da casa através de abajures dispostos pelo espaço. E evidenciada por meio de determinadas soluções, como as velas sobre o espaldar da cama, e da inclusão de refletores visíveis, dentro e fora da cena. A luz que irrompe pela janela, inclusive, parece impor-se como cordas esticadas que atravessam o corpo de Moema, assombrada em sua missão de se tornar a única mulher da casa diante do pai, Misael.
Os figurinos de Luisa Carneiro da Cunha são adequadamente enlutados para os membros da família Drummond, menos carregados para o coro de vizinhos e exuberantes para as mulheres do cais. Destoando, em certa medida, da excelência da encenação, os atores buscam projetar a densidade de personagens que transbordam pulsões de morte nessa tragédia rodrigueana. O desafio é vencido em parte, cabendo destacar o esforço disciplinado de Ana Abbott, a atuação contundente de Rebato Livera e a precisão de Cris Larin – em especial, na primeira metade, na qual D. Eduarda vive encerrada em casa, submetida ao despotismo de Moema e Misael. Numa época em que Senhora dos Afogados vem atraindo atenção de encenadores diversos – valendo lembrar as recentes montagens de Antunes Filho, Zé Henrique de Paula e Érico José –, Ana Kfouri conseguiu realizar uma brilhante apropriação."
Informações sobre a temporada no site da peça: http://www.senhoradosafogados.com.br/
Daniel Schenker é doutorando em Artes Cênicas pela UniRio e crítico de teatro do Jornal do Commercio e da revista Isto É/Gente.
Visite o site " Questão de Crítica " - http://www.questaodecritica.com.br/2011/01/pulsoes-de-morte-transbordam-na-guanabara/
Crítica da peça Senhora dos Afogados, encenada por Ana Kfouri
Autor: Daniel Schenker

A presença do mar, que se impõe como personagem em Senhora dos Afogados, norteou a diretora Ana Kfouri na escolha do espaço para encenar sua versão da peça de Nelson Rodrigues: o restaurante Albamar, de frente para a Baía de Guanabara. A diretora afasta o espaço de sua utilidade cotidiana. O Albamar não é evocado como restaurante. Seu amplo salão é aproveitado para reconstituir a casa da família Drummond.
Ana Kfouri caminha em sentido contrário ao da abordagem de um grupo como o Teatro da Vertigem, conduzido por Antonio Araujo, que dialoga em níveis variados com a literalidade dos espaços não-convencionais escolhidos para apresentar seus espetáculos. A carga inerente a cada um dos espaços – a igreja em O paraíso perdido, o hospital em O livro de Jó e o presídio em Apocalipse 1,11, montagens que formam a Trilogia Bíblica – torna-se texto (enquanto portador de significado), elemento determinante à apreciação da plateia, assim como o Rio Tietê (ou a Baía de Guanabara, na temporada carioca) de BR 3, encenação em que o Vertigem abordava o espaço não-convencional mais como metáfora (das mazelas brasileiras) do que pela via do literal. Uma perspectiva também diferente dessa nova leitura de Senhora dos Afogados, que não interage com a utilização cotidiana do espaço, restringindo a esfera literal às cenas ambientadas no cais, particularmente a das prostitutas, que encerra o espetáculo.
Ana Kfouri, em parceria com o cenógrafo André Sanches, concebe no salão do Albamar uma casa sem paredes, destituída de espaços privados, onde os personagens já não conseguem ocultar seus desejos secretos e proibidos. Os espectadores são incluídos nesse ambiente como presenças invisíveis, como testemunhas das jornadas catárticas dos personagens. Ocasionalmente parecem ser inseridos de maneira mais direta na ação, a exemplo daqueles acomodados ao redor da mesa onde sentam os integrantes da família Drummond. A diretora poderia ter encontrado variados espaços internos que servissem tanto à reconstituição de um ambiente sem privacidade quanto à atmosfera ruidosa do café do cais, parte do espetáculo tomada por pulsação sanguínea. O que deve tê-la motivado em relação ao Albamar foi a possibilidade de aproveitar a Baía de Guanabara não só para a realização de cenas específicas (a corrida de Eduarda, entre a sanidade e a loucura, a já citada imagem das prostitutas no cais), mas para potencializar questões embutidas numa peça em que as personagens são afetadas pelo espaço externo apesar (ou justamente por isso) de viverem trancafiadas em ambiente claustrofóbico. A cenografia, nessa encenação, abarca a cidade.
Num opressivo espaço emoldurado por fotos familiares, André Sanches destacou o espelho, conforme mencionado no próprio texto (o jogo de espelhamento entre Moema e D. Eduarda, a partir das mãos), e redimensionou elementos da casa dos Drummond, como a cama, cujo espaldar é composto por cordas, vez por outra, manipuladas. Há uma notada integração entre a cenografia e a iluminação de Renato Machado, ora ocultada, ora evidenciada em cena. Ocultada ao aproveitar o que seria a iluminação da casa através de abajures dispostos pelo espaço. E evidenciada por meio de determinadas soluções, como as velas sobre o espaldar da cama, e da inclusão de refletores visíveis, dentro e fora da cena. A luz que irrompe pela janela, inclusive, parece impor-se como cordas esticadas que atravessam o corpo de Moema, assombrada em sua missão de se tornar a única mulher da casa diante do pai, Misael.
Os figurinos de Luisa Carneiro da Cunha são adequadamente enlutados para os membros da família Drummond, menos carregados para o coro de vizinhos e exuberantes para as mulheres do cais. Destoando, em certa medida, da excelência da encenação, os atores buscam projetar a densidade de personagens que transbordam pulsões de morte nessa tragédia rodrigueana. O desafio é vencido em parte, cabendo destacar o esforço disciplinado de Ana Abbott, a atuação contundente de Rebato Livera e a precisão de Cris Larin – em especial, na primeira metade, na qual D. Eduarda vive encerrada em casa, submetida ao despotismo de Moema e Misael. Numa época em que Senhora dos Afogados vem atraindo atenção de encenadores diversos – valendo lembrar as recentes montagens de Antunes Filho, Zé Henrique de Paula e Érico José –, Ana Kfouri conseguiu realizar uma brilhante apropriação."
Informações sobre a temporada no site da peça: http://www.senhoradosafogados.com.br/
Daniel Schenker é doutorando em Artes Cênicas pela UniRio e crítico de teatro do Jornal do Commercio e da revista Isto É/Gente.
Visite o site " Questão de Crítica " - http://www.questaodecritica.com.br/2011/01/pulsoes-de-morte-transbordam-na-guanabara/
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- Historia Ilustrada do Vestuario - Melissa Leventon
- Maquina para os deuses - Cyro Del Nero
- The Chronicle of Western Costume - John Peacock